dicas de viagem para o lollapalooza argentinaKlonarte Press/Lollapalooza Argentina/Divulgação

Dicas de viagem para o Lollapalooza Argentina

Atualizado em 06/05/19 – Aqui no Festivalando falta apenas uma viagem para o Lollapalooza Argentina pra fechar a nossa tour pelos Lollas latinos – já viajamos até Santiago pra te contar como é o Lollapalooza Chile e quando o assunto é Lollapalooza Brasil, autoridade é pouco pra definir a nossa relação com o festival, pois somos nada mais nada menos que embaixadoras do Lolla BR.

Se você, como eu, também está namorando a versão portenha do festival, loucx pra saber como é o Lollapalooza Argentina, comece DJÁ a se organizar. O festival rola nos dias 16, 17 e 18 de março de 2018. Aproveite e tome nota de algumas dicas de viagem para Buenos Aires:

O que saber antes de fazer sua viagem para o Lollapalooza Argentina

Depois de ir ao Lollapalooza Chile eu disse que Lolla não é tudo igual. Isso vale também para o Lolla Argentina. O festival tem uma organização de palcos diferente, com dois palcos principais nas pontas e apresentações alternadas. A distância a ser percorrida entre um e outro é mínima. Isso representa perda de tempo e desgaste zero pra ver os shows mais importantes. Um palco alternativo, o palco Perry e o Kidzpalooza completam a programação.

 

Tem distribuição gratuita de água e pulseiras no lugar de ingresso (como no Chile e diferentemente do Brasil) e costuma ter atrações gringas que não passam por aqui, como foi o caso de Brandon Flowers e Ghost em 2016.

O festival acontece no hipódromo de San Isidro (Lolla-BR-no-Jockey-feelings), um pouquinho fora dos limites de Buenos Aires, mas é possível utilizar o trem para chegar até lá pela Linea Mitre, ficando na estação San Isidro.

O melhor: o metrô tem o horário de funcionamento prolongado em três horas, então não há correria pra chegar em casa sem dar de cara com o metrô fechado. A propósito, este é um dos destaques da estrutura do Lollapalooza Argentina. O site tem todas as instruções para quem vai de trem, ônibus, carro ou táxi.

Quanto custa o ingresso do Lollapalooza Argentina?

Os ingressos para o Lollapalooza Argentina costumam ser mais baratos em relação ao Brasil em função da desvalorização do peso argentino e também da ausência da política de meia-entrada, que ilusoriamente faz os nossos ingressos custarem a metade do dobro.

Para 2019, o Lolla Pass na Argentina sai por cerca de R$ 400 na pré-venda e R$ 550 no primeiro lote. A diferença mais gritante é o do Lolla Lounge. Na Argentina, você pode ter a experiência VIP do festival por cerca de R$ 1.200. Mas, pessoalmente, achei que dentre todos os detalhes do Lolla Argentina, a área VIP tem menor brilho.

Dicas pra hora de comprar o ingresso do Lolla Argentina

Na hora de comprar o ingresso, vão pedir que você informe um documento. Coloque o número do seu passaporte ou da sua carteira de identidade e lembre-se de levar para a Argentina o documento informado. Ele deverá ser apresentado junto com o e-mail de confirmação de compra para retirar o ingresso.

Isso nos leva à outra dica, que é optar por retirar a pulseira lá. Não se preocupe, vai dar tempo. Se chegar antes do festival, retire em um dos pontos oficiais informados no site (eu cheguei um dia antes e fiz assim). Se chegar no dia, retire na bilheteria instalada no hipódromo de San Isidro.

Para avaliar se vale o investimento, veja o aftermovie pra sentir qual é o clima do Lolla Argentina:

Quanto custa a passagem para Buenos Aires?

Não dá para responder com precisão, pois o preço varia de acordo com a região do Brasil e o seu aeroporto de partida. A média fica na casa dos R$ 1 mil.

Tendo sorte, e tendo em vista que você já sabe as datas da viagem, você pode se esbarrar com uma promoção de passagens para Buenos Aires, o que não é tão raro de acontecer. Os preços podem cair para a casa dos R$ 500 ou R$ 600.

Pesquise passagens para Buenos Aires ou crie um alerta de promoção

É melhor ir até Buenos Aires por Ezeiza ou pelo Aeroparque?

Ezeiza e Aeroparque são os dois aeroportos que servem a capital argentina. O primeiro é mais afastado da cidade e o segundo é mais central. Quando fui a Buenos Aires pela primeira vez, fui e voltei por Ezeiza, que no geral é mas bem avaliado pela estrutura – é maior, tem freeshop mais recheado e mais opções de alimentação. Na segunda, fui e voltei pelo Aeroparque. Ele está perto dos principais bairros, mas é mais simpleszinho.

Chegando por Ezeiza

Apesar de ser um pouco mais distante, é muito fácil ir de Ezeiza ao centro de Buenos Aires. Eu utilizei um ônibus executivo da empresa Tienda León, que leva cerca de 40 minutos para chegar até Buenos Aires e te deixa próximo ao metrô, na estação Retiro. E é perto mesmo, pois só precisei atravessar a rua e cruzar uma praça.

Para a cotação de agosto de 2016, a viagem sai por cerca de R$ 40. Cheque os preços atualizados aqui. A empresa também oferece os chamados Remis, uma espécie de táxis com o valor da corrida pré-definido.

Chegando pelo Aeroparque

Na segunda vez, fui e voltei pelo Aeroparque. Para sair ou chegar até ele, as opções são carro ou ônibus lotação. Provavelmente, na chegada você vai ter que pedir um carro, pois os ônibus de Buenos Aires só aceitam moedas ou o cartão do transporte público. Os cartões não estão à venda no aeroporto e certamente você não terá moedas.

O jeito vai ser sair de carro e há três opções:

  • Táxi (antes é preciso verificar se os táxis são autorizados. Um problema é sempre correr o risco de o motorista querer se aproveitar do fato de você ser turista)
  • Uber (você pode aproveitar o wi-fi gratuito do aeroporto)
  • Remis (este é um tipo de táxi mais “chiquezinho” bem comum por lá. As empresas autorizadas têm guichês no desembarque e aceitam cartão. A vantagem é você saber de antemão quanto vai pagar na corrida, pois o pagamento é feito no guichê e não ao motorista)

Na volta, dependendo de onde você estiver, pode pegar um ônibus lotação. É barato e rápido e há várias linhas que param na porta do aeroporto. Pergunte na recepção do hotel se há alguma linha próxima. Pedi as informações no hotel e eles me explicaram direitinho qual era a linha e o caminho pra chegar até o ponto.

#ficaadica

Lembre-se que para entrar em Buenos Aires basta a carteira de identidade, em função do Mercosul. Porém, se você é do time que gosta de colecionar carimbos, levar o passaporte é muito mais legal!

Não se arrisque: se você vai viajar pra Buenos Aires, faça agora o seu seguro viagem. É uma forma de garantir que você vai ter assistência em qualquer imprevisto com a sua saúde sem ter que se preocupar com os gastos incalculáveis que um problema desses fora do Brasil pode ter. Aqui você pode pesquisar o seguro viagem mais barato, em mais de uma dezena de seguradoras, e ainda conseguir um desconto.

Onde ficar em Buenos Aires?

Quando visitei Buenos Aires pela primeira vez, fiquei no centrão, na avenida Corrientes, uma das mais movimentadas da cidade, muito em razão do custo-benefício. O curioso é que na época vi muita gente não recomendando o centro por ser um local mais agitado e barulhento – o que de fato é, mas eu gostei da experiência.

A oferta de estações de metrô é excelente nesse ponto e eu fiquei muito perto dos principais locais de interesse. Fui a pé para a avenida 9 de Julio, onde fica o Obelisco, e para a Plaza de Mayo (ok, essa era um pouco mais distante mas eu não economizo sola de sapato quando viajo). Também foi muito fácil ir até o Café Tortoni, à livraria El Ateneo e à feira de San Telmo. Se você, como eu, é super fã de Beatles, saiba que ali mesmo na Corrientes fica o Museo Beatle, bem simplesinho em comparação ao Beatles Story, museu dos Beatles de Liverpool, mas que vale a visita mesmo assim (tem também um Cavern, que não me apeteceu por já ter conhecido o original).

Já da segunda vez, eu fiquei em San Telmo. Ele é um bairro boêmio próximo a todas essas atrações e com ótima conexão com o transporte público. Ir e voltar do Lolla também foi muito fácil.

Quer mais dicas de hotéis em detalhes? Veja essa lista com sugestões de onde ficar em Buenos Aires com uma seleção de hotéis nos principais bairros da cidade. Centro, San Telmo, Palermo e Recoleta são os principais. Eu também incluí duas recomendações referentes aos dois lugares onde me hospedei nas vezes em que estive na Argentina.

É melhor levar real ou dólar para Buenos Aires?

Essa é uma pergunta comum por dois motivos. Primeiro, porque em alguns lugares da cidade são aceitos tanto reais quanto dólares. Segundo porque levando dólares é possível trocar por uma quantidade maior de pesos do que quando troca-se reais por pesos devido à maior valorização do dólar.

As possibilidades ainda ficam maiores porque existe um mercado de câmbio paralelo frenético em Buenos Aires, tanto para a troca de dólares por pesos quanto para a troca de reais por pesos. É uma concorrência forte em relação ao câmbio oficial. As taxas às vezes são atraentes, mas como tudo que foge da regra tem seus riscos, como receber notas falsas.

Eu particularmente fiquei com uma preguiça imensa dessa troca interminável de moedas e de tentar a sorte com doleiros estranhos. Achei melhor levar reais e trocar por pesos no aeroporto. Troquei na agência do banco La Nación. Consegui uma cotação razoável e oficial, sem risco de ser passada pra trás e o dinheiro deu para os meus três dias de viagem.

Quanto tempo ficar em Buenos Aires?

viajar sozinh@ buenos aires

Me enturmando com os locais em Buenos Aires 😛

Isso depende da sua disponibilidade. Da primeira vez, eu tinha só três dias (um fim de semana + um dia de folga). Fui assim na pressa pra não perder algumas milhas que estavam para expirar. Mesmo assim, deu pra fazer o básico sem muito desespero. Mas muita coisa ficou de fora, pois há muito o que fazer em Buenos Aires.

Da segunda vez, eu consegui ficar uma semana inteira e fiz muito mais coisas dessa lista aí em cima. Se você vai viajar para o Lollapalooza Argentina, vai ter que reservar entre um três dias só para o festival. O mais legal seria separar pelo menos mais dois dias da viagem só para passeios. Isso vale principalmente se você tiver limitações de tempo.

Se sua praia é mais o Chile, veja nossas dicas de viagem para o Lollapalooza Chile

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Priscila Brito

Sou jornalista e melômana, não sei se nessa ordem. Coleciono ingressos de shows desde 2001. Agora coleciono pulseiras de festival e carimbos no passaporte. Sou uma das mães do Festivalando e fiz Paul McCartney falar uai no Mineirão. Só porque eu gosto de música. Nas horas vagas, faço coisas sérias e tento salvar o jornalismo.

30 comments

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  1. Lídia Beatriz 9 agosto, 2016 at 15:04 Responder

    Assim como vocês, queria muito ir para o Lolla Argentina em 2017, mas tenho muitas duvidas sobre como comprar o ingresso! O preço no site está em pesos, vocês sabem se comprando com um cartão internacional esse preço é automaticamente convertido para reais? E se tem como comprar o ingresso aqui e retirar lá?

  2. Rodrigo 10 agosto, 2016 at 20:34 Responder

    Boa noite! Na hora de comprar meu ingresso estou com umas duvidas, qual tipo de documento vocês colocaram na opção que tem DNI, cédula, L.C, etc? E na opção que pedem endereço de referencia da Argentina sabem se tem algum problema em colocar o endereço do hotel em que ficarei? Muito obrigado!

    • Priscila Brito 11 agosto, 2016 at 12:45 Responder

      Oi, Rodrigo. Como é possível entrar na Argentina tanto com o passaporte quanto com a identidade (em função do Mercosul), acredito que ambos podem servir. Lembre-se apenas de levar o mesmo documento no dia da viagem. Eu colocaria o passaporte só em função de ser uma compra internacional, e também pra levá-lo na viagem e garantir o carimbo no aeroporto hehe
      Acredito que o endereço do hotel é o mais adequado pois, de fato, este será o seu endereço enquanto estiver na Argentina.

  3. Daniele do Amaral Martinez 14 setembro, 2016 at 10:51 Responder

    Também estou com dúvidas em relação a compra de ingressos.
    Por enquanto, eles só estão vendendo para os 2 dias né?
    Onde eu compro? Entrei no site e não me encontrei la hahahaha
    E tb… só posso comprar por cartão de crédito?
    Milhões de dúvidas! Hahah
    Obrigada

  4. Angela Meger 14 janeiro, 2017 at 11:29 Responder

    Oi Priscila, td bem?
    Minha curiosidade é a respeito de alcool mesmo, pois fui no lolla do chile anos atrás e bebidas não eram vendidas, exceto no lounge.
    O mesmo se repete na argentina? ou lá dentro se pode comprar uma beer?
    Abraços

    • Priscila Brito 14 janeiro, 2017 at 15:55 Responder

      Ei, Angela! No ano passado teve um lounge da Miller com acesso limitado. Sei que na primeira edição eles sequer venderam cerveja, depois veio esse lounge. Não sei quais são os planos pra esse ano :/

  5. tulio peixoto 16 janeiro, 2017 at 09:58 Responder

    Complicado essa questão de não vender cerveja , eu comprei passaporte para os 2 dias do festival,aproveitando o fato pra conhecer outro país logo, só depois descobri que dentro do lollapalooza não vende cerveja ,lamentável,ainda mais no meu caso que nas atrações dessa edição só conheço e gosto de : Metallica , the strokes ,rancid e duran duran . Se eu soubesse que não vendia cerveja la , preferia ir pro Lolla SP mesmo ….hehehe

    • Priscila Brito 16 janeiro, 2017 at 11:42 Responder

      É meio bizarra essa história da cerveja, né, Tulio? Vou procurar saber depois se é até alguma restrição imposta por lei, porque é bem estranho mesmo. De qualquer forma, agora que já está tudo programado, tente aproveitar ao máximo. Aproveita o fato de estar num lugar diferente (é sempre legal, a experiência nunca é inútil) e toma umas Quilmes antes de ir pro festival hahaha 😀

      • tulio peixoto 16 janeiro, 2017 at 14:46 Responder

        Pois é , se tu achar alguma coisa sobre posta aqui tb, só por curiosidade mesmo kk, eu ja procurei que só ,não achei nada,não sei se to procurando errado kk unica coisa que eu achei foi de um blog ,com uma matéria de 2014 ,falando que lá não vendem pq “os argentinos sao muito loucos e cerveja iria piorar” , convenhamos não é essa resposta que eu quero ver hahaha . Com relação a viagem , vou aproveitar ao máximo ,estou muito ansioso ,é minha primeira viagem ao exterior ,estou muito animado ,só de ver Metallica e The Strokes ja vai ter valido muito a pena .
        PS : Vocês vao publicar mais alguma informação/guia ,algo do tipo sobre o lollapalooza ARGENTINA ?!

        • Priscila Brito 16 janeiro, 2017 at 19:14 Responder

          É mesmo, Túlio, esse argumento que usaram aí não faz sentido, né? Deve ser zoeira porque sinceramente rs… Sobre infos adicionais do Lolla Argentina, está nos planos sim. Não dá pra dar garantia, mas está nos planos 😉 Aproveite bastante sua viagem!

  6. Camila Aguiar 10 agosto, 2017 at 13:43 Responder

    Oi, Priscila! É possível comprar os ingressos diretamente nos pontos de venda? Tipo, chego um dia antes do primeiro dia do lolla e gostaria de saber se é possível ou melhor comprar logo no cartao? Obrigada. Beijos

    • Priscila Brito 10 agosto, 2017 at 14:28 Responder

      Oi, Camila! Em tese é, sim, mas recomendo comprar o quanto antes. As vendas começaram na terça-feira e tanto o Early Bird quanto o primeiro lote já esgotaram. Melhor já garantir! Beijos

  7. Yuri Alves 28 junho, 2018 at 15:31 Responder

    Fui este ano no lollabr e só não gostei pq nao conseguia ver as bandas que queria pelo deslocamento, lí que na argentina é bem maior ao aproveitamento para ver as bandas, é verdade.? Estou afim de ir em 2019 assistir na argentina. Outra coisa, na cidade de Tigre tb é uma boa ficar por la?

    • Priscila Brito 29 junho, 2018 at 08:08 Responder

      Oi, Yuri! Sim, no Lolla Argentina o deslocamento entre os palcos é mais rápido, porque o espaço é menor, então você perde menos tempo andando. A não ser que eles mudem a configuração do espaço, a experiência por lá é essa.

      Eu acho que Tigre é uma boa opção pra um passeio bate-volta, mas não como hospedagem se você está com foco no festival. Todo o esquema de transporte é pensado tendo Buenos Aires como ponto de saída e San Isidro como ponto de chegada. Sendo assim, ou você fica em Buenos Aires, onde vai ter muitas opções e um esquema de transporte bom, ou então fica em San Isidro, onde vai ficar muito perto do festival, poupando tempo pra ir e voltar do Lolla.

      Se, além do festival, você também tem planos de fazer turismo em Buenos Aires, avalie o que pode compensar mais – ficar em San Isidro ou em Buenos Aires. Se for pra ficar muitos dias, os deslocamentos San Isidro-Buenos Aires podem ser meio cansativos.

    • Priscila Brito 14 janeiro, 2019 at 11:20 Responder

      Oi, Renan! O peso argentino tá num processo constante de desvalorização, tem muita inflação na Argentina e outros problemas econômicos, e desde que eu fui no ano passado o valor da moeda caiu muito. Até chegar março, pode ser que as coisas mudem mais. Mas, por enquanto, a passagem de metrô tá em 14 pesos, o que dá aproximadamente R$ 1,50. Dependendo de onde você for se hospedar, muita coisa dá até pra fazer a pé (mas com uma passagem tão baratinha assim, dá pra usar transporte público à vontade rs). Refeições dá pra colocar a partir de uns 200 pesos, considerando restaurantes mais simples. Isso daria algo na casa dos R$ 20. Obrigada pelo elogio e espero que continue acompanhando o blog e nossas redes sociais 🙂

  8. Matheus Alves 25 abril, 2019 at 15:32 Responder

    No total em uma estimativa, quanto eu precisaria juntar em real pra conseguir ir de pass, e ficar mais uns 3 dias lá para passear?

    • Priscila Brito 26 abril, 2019 at 11:02 Responder

      Oi, Matheus! Vou te falar mais ou menos os valores de quando eu fui (2018). Mas leve em conta que a economia na Argentina tá bem bagunçada, com inflação absurda, e a desvalorização do real perante o dólar atualmente também está avacalhando tudo.

      A passagem eu emiti com milhas na época, mas estava na casa dos R$ 1000 saindo de BH (dependendo da cidade de partida esse valor muda). Eu gastei R$ 700 em um quarto single para ficar sete dias, mas lembro que o mesmo período em quarto compartilhado de hostel estava na casa dos R$ 200. O Lolla Pass no Early Bird, que é o lote promocional, não tem passado dos R$ 400. Mais uns R$ 100 reais com seguro viagem e aproximadamente R$ 500 pra cobrir os gastos diários (mas aí esses gastos diários vão muito do seus hábitos de viagem e, no meu caso, quando eu fui, além de sete dias em Buenos Aires eu ainda fiquei mais quatro em São Paulo).

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