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Onde ficar em Buenos Aires para o Lollapalooza Argentina

Verdade seja dita: a gente ama a Argentina. É um dos destinos no exterior mais visitados pelos brasileiros e, ao que tudo indicada, não é só pelo turismo tradicional. O nosso post com dicas de viagem para o Lollapalooza Argentina lotou de gente nos comentários que está viajando para a versão portenha do festival. Eu já tinha dado por lá alguns toques sobre onde ficar em Buenos Aires se você está indo para o Lolla, mas resolvi dar o serviço de hospedagem mais completo e detalhado em um único post.

A seleção das regiões tenta combinar fácil acesso ao transporte público que te leva ao festival com interesse turístico, para que você também possa conhecer e aproveitar essa delícia de cidade. Diferentemente do Lollapalooza Chile, que tem uma localização super central, o Lolla Argentina é ligeiramente mais afastado, em San Isidro, região metropolitana de Buenos Aires.

A propósito, a logística é meio parecida com a do Lollapalooza Brasil: para chegar até o hipódromo de San Isidro, você faz uma integração na estação de metrô Retiro (linha C) e de lá pega o trem da linha Mitre no sentido Tigre para então descer na estação San Isidro.

San Isidro – perto do Lolla AR

Se você quer ter trabalho zero com transporte para ir ao festival, pode considerar ficar em San Isidro, cidade a 20 km de Buenos Aires onde acontece o Lolla Argentina. Em contrapartida, vai gastar mais tempo para ir até Buenos Aires quando for fazer seus passeios turísticos. Avalie o que é mais interessante pra você.

Há uma quantidade pequena de opções de hospedagem por lá e elas ficam bem concorridas na época do festival, naturalmente. Tem este bed and breakfast grudado no hipódromo, além de apartamentos, como esteeste. Esta pousada e este hotel ficam bem próximos da estação de trem San Isidro.

Centro – bom acesso a tudo

Centro de cidade grande é aquela coisa: muita agitação, tudo acontecendo ao mesmo tempo. Quando fui a Buenos Aires, não vi muita gente recomendando essa região, mas acabei ficando por lá por conta do preço e não me arrependi. Fiquei na avenida Corrientes, que tem estações de metrô de ponta a ponta (linha B) e de lá fui a pé para locas de interesse como a venida 9 de Julio (pertíssimo), Plaza de Mayo e livraria El Ateneo (caminhadas maiores, mas ok pra mim), Café Tortoni e feira de San Telmo.

A própria Corrientes já é cheia de hotéis, como este aqui de rede, este mais simples, este mais intermediário, um mais moderno e sofisticado e até apartamento. Nos arredores, entre as avenidas Corrientes e Córdoba, ou entre as avenidas Córdoba e Santa Fé, há ainda mais opções e o metrô serve bem essas áreas também. Tem alguns três estrelas de preço razoável: este, este, este e este também. Mais sofisticado, quatro estrelas, é este aqui. Para quem prefere hostel, tem este aqui, este e este outro, super barato.

Recoleta – perto do charme

A Recoleta é uma das regiões mais recomendadas para se hospedar em Buenos Aires. Quando fui fazer uma caminhada por lá, entendi o porquê: o bairro é bastante charmoso, elegante e agradável. A localização continua sendo boa em relação aos pontos de interesse da cidade e agora, para melhorar, tem acesso ao metrô (quando eu fui ainda não tinha): estações Córdoba e Las Heras.

Tem uma quantidade grande de opções de hospedagem por lá. Por exemplo, este três estrelas, este hotel super descolado, este aqui bem chique e também apartamentos, como este e este.

Palermo – perto da nobreza

Palermo é outra região que costuma-se indicar muito para ficar em Buenos Aires. É um bairro nobre e os hotéis seguem esse padrão. No geral, as opções são mais sofisticadas e mais caras, como este, este e este. Se fuçar muito, dá para achar algo mais em conta, como este aqui.

O bairro é bem servido de metrô (as estações Palermo e Plaza Italia podem servir de referência) e também está pertinho do Aeroparque, um dos aeroportos que recebem voos que saem do Brasil (o outro aeroporto é Ezeiza, um pouco mais afastado da área central).

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Priscila Brito

Sou jornalista e melômana, não sei se nessa ordem. Coleciono ingressos de shows desde 2001. Agora também coleciono pulseiras de festival e carimbos no passaporte. Além de uma das mães do Festivalando, sou colaboradora da Mixmag e do Brasil Post e autora do Porque eu gosto de música. Também ajudei Paul McCartney a falar uai em pleno Mineirão.

2 comments

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  1. tulio peixoto 21 fevereiro, 2017 at 14:11 Responder

    Valeu Priscila pelo post , vou aproveitar esse feriado de carnaval para tentar decidir em qual região ficar , ainda estou com muita dúvidas entre Palermo e Recoleta . O centro eu fiquei meio receoso pois eu vi em uns guias de viagens no google , falando que lá é a região mais “insegura” da cidade ,tanto de dia quanto a noite… ai eu ja sou medroso , ainda mais em outro país , que no meu caso vai ser minha primeira experiencia no exterior… ai to meio “cismado” com isso.. kkk .Qual sua opinião com relação a isso ?

    • Priscila Brito 21 fevereiro, 2017 at 14:32 Responder

      Ei, Tulio! Espero que as dicas te ajudem 🙂 Então, eu fiquei no centro quando fui lá e achei tranquilo, mas eu fiquei numa avenida movimentadíssima, que é a Corrientes, adjacente a uma outra avenida super turística da cidade que é a 9 de julio. Não vi nada de perigo, mas também não ignoro esses alertas (mas eu também fiquei pouco tempo e evitei andar muito tarde da noite porque estava sozinha e tal). Se você está entre Palermo e Recoleta, fique em um dos dois pra não ficar com nenhuma cisma depois. A Recoleta é uma graça e pelo visto está bem melhor do que quando fui lá porque agora tem metrô!

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