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Teremos uma caravana do Brasil no Lolla Argentina em 2020?

Observando quem acompanha o Festivalando, teremos uma (mini?) caravana do Brasil no Lolla Argentina este ano. Parece que é para o país de Evita e Maradona que as pessoas escolhem ir quando o Lolla Brasil deixa de ser a única possibilidade para se tornar uma alternativa em meio ao “cardápio” de Lollas e outros festivais sul-americanos do período.

É em partes uma percepção, devido ao aumento progressivo de mensagens que eu tenho recebido nos últimos três anos para tirar dúvidas sobre viagens para o Lolla Argentina. Mas ela é reforçada a partir da comparação dos acessos recebidos em textos e vídeos do Festivalando sobre os dois festivais.

Se a amostra estatística aqui não tem lá a metodologia mais bem fundamentada, a razão para conhecer o Lolla Argentina é muito clara pra quem toma essa decisão. No quesito custo-benefício, ele é o mais atrativo. Com o bônus de trazer a experiência em um país estrangeiro.

O melhor custo-benefício

No lote mais caro (Preventa 4), o ingresso de três dias para o Lollapalooza Argentina 2020 custa aproximadamente R$ 570 (não há meia entrada). Mais barato que a meia do Lolla Pass na pré-venda (R$ 637,50 – ou R$ 765 com a taxa de 20%). Já a inteira do Brasil na pré-venda saiu um pouco mais que o dobro em relação à Argentina. Custou R$ 1.275 – quase o triplo do lote mais caro da Argentina, se adicionada a taxa de conveniência: R$ 1.530.

Ainda seguindo a comparação, o Lolla Chile, em 2020, tem valores que variaram de R$ 472,65 (Early Bird, um lote promocional limitadíssimo) a R$ 1.167,72 (último lote).

Para quem não mora em São Paulo e já teria que gastar dinheiro com passagem e hospedagem de qualquer jeito para ir em qualquer Lollapalooza ou outro festival da região, conhecer a versão argentina é um bom negócio diante dessas cifras. A diferença economizada no ingresso pode ser usada para cobrir os demais custos da viagem.

Num período longo de economia ruim, quando é preciso fazer qualquer gasto (principalmente os extras) valer mais a pena, esse fator ganha mais peso. Com a reclamação geral de que o ingresso do Lolla brasileiro está cada vez mais caro e a desvalorização forte do peso argentino perante o real, a fórmula para tornar o Lolla Argentino mais atraente para brasileiros é praticamente perfeita.

Em resumo, volume de atrações a preço baixo (enquanto o Asunciónico, por exemplo, tem só os preços baixos) e uma estrutura boa (enquanto o Lolla Chile, apesar da estrutura exemplar e experiência superior, tem preços menos competitivos e um câmbio mais valorizado).

Cadê a caravana do Brasil no Lolla Argentina?

Se você já está com lugar fechado nessa ~caravana, prepare-se para a sua primeira vez no Lolla Argentina e comece a pensar o que fazer em Buenos Aires nos dias sem festival.

Quem pensa em fazer parte dela no futuro, pode começar fazendo as contas de quanto custa viajar para o Lollapalooza Argentina.

Eu, mais uma vez, estarei lá também 🙂

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Priscila Brito

Sou jornalista e melômana, não sei se nessa ordem. Coleciono ingressos de shows desde 2001. Agora coleciono pulseiras de festival e carimbos no passaporte. Sou uma das mães do Festivalando e fiz Paul McCartney falar uai no Mineirão. Só porque eu gosto de música. Nas horas vagas, faço coisas sérias e tento salvar o jornalismo.

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