melhor show de festival

Playlist colaborativa: Qual o melhor show de festival que você viu em 2016?

2016 não está sendo fácil. Mas os festivais estiveram aí o ano inteiro para nos salvar e deixar as coisas mais suaves. E agora que é hora de dar tchau pra esse moleque travesso que foi 2016, o mais interessante é carregar com a gente o que ele nos deu de bom. Por isso, em clima de retrospectiva, eu e Gra relembramos neste post e na playlist que o acompanha os melhores shows que vimos este ano. Mas a gente não quer fazer isso sozinhas. Queremos que você entre na brincadeira também. Portanto, reflita: qual o melhor show de festival que você viu em 2016?

Já tem a resposta? Então conta pra gente nos comentários e depois corre lá pro Spotify para adicionar na nossa playlist colaborativa o artista que mais te pegou de jeito nos festivais da vida esse ano. Sim, a playlist está aberta pra todo mundo colocar o que quiser, bem naquele esquema de ~festa de fim de ano da firma~, em que todo mundo pode tudo (ou quase).

Como nós somos muito gulosas quando o assunto é festival, não conseguimos limitar nossas escolhas a poucos nomes nem a determinados estilos – a gente vai em todo tipo de festival, você sabe. Isso abre um precedente pra você fazer o mesmo também. Pode colocar quantos artistas você quiser, porque o catálogo do Spotify é o limite (e ele é gigante).

Já pode dar o play enquanto lê o post porque a trilha sonora tá boa!

As minhas escolhas

melhor show de festival

I Hate Flash

Karol Conka – Lollapalooza

Karol está em um dos melhores momentos de sua carreira e isso se refletiu no Lolla (meses depois a veríamos tombando geral na abertura das Olimpíadas pro mundo inteiro ver). Com um público já formado e fiel, não teve a menor dificuldade em lotar o Palco Perry bem cedo ainda, logo no início do festival, quando normalmente o público ainda está chegando. No palco, evidenciou sua postura afirmativa, despejou hits e ainda provocou um incêndio chamando MC Carol pro palco.

Mumford & Sons – Lollapalooza

Eu havia dito que o show do Mumford foi um dos mais bonitos do Lolla deste ano, mas agora eu já acho que é um dos shows mais bonitos que eu já vi na história do festival. O repertório desses meninos já tem toda uma carga emocional natural que ganha uma potência absurda ao vivo, mas vários fatores contribuíram pra que isso ganhasse proporções maiores no Lolla. O cenário do palco Ônix, praticamente um anfiteatro natural, a devoção dos fãs e a entrega da banda, que já entrou no palco com tudo, começando o show com um de seus maiores sucessos (“Little Lion Man”).

Jack Ü – Lollapalooza

Foi um show caótico no melhor sentido possível. Quem é frequente no Lolla já viu Diplo e Skrillex em ação várias vezes nos últimos anos. Mas vê-los juntar forças foi acachapante. Dominaram o público do início ao fim com uma fórmula que, por enquanto, parece longe de demonstrar esgotamento. A sensação era que eles segurariam o pessoal fácil por mais uma hora. Ainda ficou eternizada na memória a cena do Skrillex requebrando em cima das pickups segurando a bandeira de São Paulo enquanto MC Bin Laden cantava “Tá Tranquilo, Tá Favorável”. Eu não disse que foi caótico?

Seeed – Lollapalooza

O show do Seeed representou muito bem aquele clichê segundo o qual festival serve para conhecer banda nova. Eu passava pelo palco Axe para ir em direção a não me lembro o quê para fazer não sei o quê e vi uma galera se acabando de dançar na frente do palco. Parei pra ver e só saí quando o show acabou. A banda alemã – uma big band praticamente – toca reggae, dancehall e derivados e tem uma presença de palco absurda. O público era pequeno, mas demonstrou de forma clara que estava totalmente envolvido com o show, muito em função do magnetismo da banda.

Tropkillaz – Ultra Brasil

Eu vi o Tropkillaz ao vivo pela primeira vez no EDC Brasil. Foi no BASSPOD, palco que atraiu pouca gente e ganhou até um ar meio marginalizado – no bom e no mal sentido – jogado mais pra um canto cheio de lama. Fizeram um show tão bom como só eles são capazes de fazer. Mas achei ótimo ver que quando eles são expostos pra muito mais gente, como foi no caso do main stage do Ultra Brasil, o público responde muito bem e eles seguram o tranco como se tocassem no palco principal de um dos maiores festivais do mundo todos os dias.

Chapeleiro – Ultra Brasil

Se a galera do rock adora soltar um “toca Raul!”, acho que uma das frases que eu mais vejo a galera da eletrônica falar é “chapeleiro no main stage!”. É uma pena que os festivais daqui estejam demorando a escutar esse apelo, pois já não cabe mais gente quando colocam o Chapeleiro para tocar em ~palquinhos~. No Ultra, especificamente, foi triste vê-lo tocar num palco com estrutura bem aquém do que o festival costuma fazer lá fora. Ainda mais num espaço tão diminuto. A sorte é que a música que ele faz é boa o suficiente pra não ser abafada por esse tipo de coisa. O show permaneceu apinhado do início ao fim, com a galera hipnotizada daquele jeito que só Chapeleiro é capaz de fazer.

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Divulgação

Anna – Ultra Brasil

Anna, a soberana, fez um set que, por mim, poderia ter durado o dobro do tempo. Acho que a galera que estava lá também deve ter pensado algo parecido, porque ela foi ovacionada quando o show terminou – é como rainhas são tratadas, não é mesmo? Aquele formato do Resistance, meio concha, uma semi-tenda, ou que for, encapsulou todo mundo que parou pra ver a Anna e quando eu saí de lá foi como se eu tivesse deixado um universo paralelo. Obrigada, moça, pela viagem.

Carl Cox – Ultra Brasil

Anfitrião do Resistance Stage, meu palco do <3 no Ultra, o mestre fez o que sabe fazer: um set classe, irretocável e cheio de lições. Se juntarmos a idade do Garrix (20) e a do Hardwell (28) a gente ainda não chega aos 54 anos do mito Carl Cox, o que indica que a cena eletrônica pode ser capaz de reservar espaço para as suas lendas, assim como o rock, desde que elas continuem relevantes. Para os garotos se inspirarem e continuarem fazendo um trabalho que os mantenha no posto de headliners daqui a 20 anos, assim como Carl.

Far From Alaska – Maximus Festival

Ainda bem que o destino dá mais de uma chance pra gente. Eu perdi o show do Far From Alaska quando a banda tocou no Lolla 2015, mas tive uma outra oportunidade no Maximus Festival. Só sinto muito que a banda tenha tido apenas meia hora para se apresentar, porque a turma dá conta de segurar mais que isso, e também porque eu ficaria tranquilamente muito mais tempo vendo a Emmily alternar aquela fúria vigorosa enquanto canta com a fofura do sotaque potiguar e a simpatia que todo bom band leader tem na comunicação com o público.

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Murilo Amâncio

Rammstein – Maximus Festival

Musicalmente não há nada que o Rammstein tenha que provar, mas do ponto de vista performático uma coisa que eles me provaram no Maximus Festival é que é possível usar pirotecnia, fogos e luzes com muito bom gosto, sem ser farofa, para criar um espetáculo visual inesquecível. O pop é muito mais afeito a shows que apostam em teatralidade e uma performance meticulosamente roteirizada, mas adoro quando vejo esse cuidado visual e performático em outros territórios. Saí embasbacada com o que ouvi e, mais ainda, com o que eu vi.

As escolhas da Gra

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Black Sabbath – Graspop

Após ter visto e glorificado de pé o Black Sabbath em 2013, achei que já estava de bom tamanho. Aí chegam o Graspop e Copenhell e confirmam a banda como headliner. A pricípio, pensei que ficaria meio desgastada vendo o show assim de forma seguida. Mas quanto mais dentro do script, quanto mais me acostumava a todos os trejeitos de Ozzy, Tommy e Geeze, mais entorpecente ficava. Os criadores e a criatura, em alto e bom som. Não tem como não ser um dos melhores shows de 2016.

Twisted Sister – Graspop

Um show lindo, com direito a ter emplacado a música-tema do Graspop 2016 – os fortes do camping sabem bem disso. Dee Snider já me matava de vontade de ver uma performance inteira dele e cia – ainda mais depois de sua aparição com gostinho de quero mais no Rock in Rio 2014. Ele é o cara, um showman com absoluto controle de palco, da plateia e da vida. Entre papo sério, muito humor e rasgação de seda, rolou uma homenagem emocionantes com a execução de The Price, com homenagens lindas aos mortos do heavy metal no ano passado, entre eles, AJP, baterista original do TS e que estava sendo substituído pelo Mike Portnoy na turnê.

Satyricon – Graspop

Acho que não preciso escrever mais nada além de “Nemesis Divina tocado na íntegra”. Ponto. Um dos álbuns mais importantes e mais prazerosos do black metal executado ao vivo, na íntegra, com a banda em uma sintonia afinada.

Rammstein – Maximus Festival

Um concerto completo e impecável. A música precisamente executada, pirotecnia e atuação da banda em palco foram demais! Se o Rammstein fosse escola de samba, seria “10”, “10”, “10”, assim mesmo, um atrás do outro. Valeu a pena cada coisa musicalmente desagradável que tive que aturar até chegar a quem realmente interessava naquela noite no Maximus Festival 2016. A plateia deu show também. Não sabia que tinha tanta gente cantando alemão tão direitinho aqui nas terras tupiniquins (rs).

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Rasmmstein no Maximus Festival Brasil. Photo: Marcos Hermes

The Vintage Caravan – Abraxas Fest

Os caras fizeram uma aparição providencial no Abraxas Fest em 2016, e fizeram show até em Belo Horizonte, no Stonehenge rock bar. Esse show foi provavelmente o melhor concerto que o palco e público do Stone já viram. Feliz de mim que estava lá e pude presenciar um êxtase coletivo, induzido por uma performance cheia de energia e, sobretudo, vontade de tocar e se divertir. Claro que eu gostaria de ver ao vivo a execução dos riffs de Jimmi Hendrix. Mas já vi os de Óskar, guitarrista do Vintage que também não estão ruins não, viu? Os moleques islandeses tocam muito, gostam do que fazem e fazem a gente se envolver no som e na performance. Merecem estar entre os melhores shows deste ano.

Myrkur – Graspop 

Mais uma heresia da minha parte, mas para mim, a Amalie e sua banda merecem estar entre os melhores shows de 2016. Não faria a mesma menção em 2015, quando presenciei o primeiro show da Myrkur, ainda com outra banda e com Amalie muito insegura. No Graspop ela arrebentou e mostrou ser ótima artista no palco também.

Entombed A.D. – Copenhell 2016

Insano. Uma das bandas que mais fez todo mundo comer pó de brita no Copenhell.

King Diamond – Copenhell

Ele fez um show legal no Graspop 2016. Mas no Copenhell 2016 a coisa foi insana. O rei estava fazendo reinações, rs. Em conexão profunda com sua terra – tão profunda que ele simplesmente se esqueceu de falar inglês, o dinamarquês e sua banda se doaram como nunca antes. Entre clássicos do Mercyful Fate e a carreira solo, o setlist estava nos mesmos moldes dos shows anteriores. Mas havia algo de especial naquela noite, algo de obscuro, sombrio e talvez adoravelmente podre no reino da Dinamarca.

Volbeat – Graspop

Sim, vai ter dinamarquês de novo. Volbeat é uma banda impossível de se ignorar depois de ter feito uma multidão de mais de 100 mil pessoas pular, dançar e gritar na intensa chuva que recaía sobre o Graspop 2016. Lama, naquela noite, foi só no chão. A banda quase desbancaria o Sabbath, se fôssemos contar alguns outros critérios que não o de que seria um sacrilégio falar que um show de um tal de Volbeat foi melhor. Dá-lhe carisma e dá-lhe hits. Volbeat é uma das maiores bandas do rock/metal europeu, e a gente aqui pouco se deu conta disso.

Halestorm – Maximus Festival

Incrível o poder de Izzy Hale. Sinceramente, as faixas da banda que ouvi, assim despretensiosamente em casa nunca me chamaram muito atenção. Mas ao vivo a coisa muda de figura. A banda é puro carisma. Izzy executa sua tarefa com muita precisão e competência, num vozeirão muito mais livre e rock n roll ao vivo do que em estúdio. Foi um grande show.

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Izzy Hale – Halestorm. Divulgação. Photo: Estúdio Gaveta

Scorpions – Copenhell

Todo mundo precisa de um momento tiozão do metal na vida. E Scorpions é uma das bandas que sabem proporcionar isso com “catigoria”. Foi um show emocionante, cheio de hits. Chovia, não sei mais do céu ou se dos olhos dos dinamarqueses emocionados nesse grande festival que foi o Copenhell 2016.

Conte pra gente o show de festival que te pegou de jeito esse ano e siga o Festivalando lá no Spotify pra incluir seus artistas preferidos na nossa playlist colaborativa 😉

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Priscila Brito

Sou jornalista e melômana, não sei se nessa ordem. Coleciono ingressos de shows desde 2001. Agora coleciono pulseiras de festival e carimbos no passaporte. Sou uma das mães do Festivalando e fiz Paul McCartney falar uai no Mineirão. Só porque eu gosto de música. Nas horas vagas, faço coisas sérias e tento salvar o jornalismo.

10 comments

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  1. Rosana 12 dezembro, 2016 at 00:21 Responder

    Em 2016 de acordo com o que vi foi o show do Sebatiam Bach em São Paulo, Guns en São Paulo, a Banda de Power Metal Freedom Call em São Paulo. O show da Banda Almah e Korsus no festival Hell in Rio no Rio de Janeiro, e os Shows da Banda Almah e Banda Angra no festival Rock sem fome em Uberlândia.

    • Priscila Brito 12 dezembro, 2016 at 08:57 Responder

      Ei, Rosana! Ótimo retrospecto de shows! Eu queria muito ter visto o Guns, porque quando vi o show deles aqui em BH uns anos atrás senti muito o Slash não estar com eles. Não rolou dessa vez, mas vi que eles ainda estarão em turnê no ano que vem, então talvez consiga pegá-los em algum festival. Que venham mais bons shows e festivais pra você em 2017! 🙂

  2. ROSANA MARA AUGUSTO DA SILVA 12 dezembro, 2016 at 22:57 Responder

    Estive na sua cidade em BH no show das Bandas ALMAH e ANGRA sou uma perseguidora dessas bandas pelo Brasil. O show do Guns foi incrível o Slash estava demais. Da próxima vez que eu for a BH aviso vcs.

  3. Nadu Vieira 15 dezembro, 2016 at 10:00 Responder

    Como falar da apresentação do Rammstein é chover no molhado (minha preferida e entre as preferidas de vocês também), citarei duas gratas surpresas que tive esse ano.

    Hellyeah – Máximus Festival

    Como fã de Mudvayne (e pouco conhecedor, mas apreciador de Pantera), estava muito ansioso por esse show (desde o cancelamento no Monsters em 2013). Apesar disso, não me empolgava tanto com a banda somente nas “ouvidas” dos álbuns e precisava dessa experiência ao vivo para me fazer decidir se gostava ou não de Hellyeah. Após o show cheguei à conclusão: Pqp, que banda foda! Sr. Vinnie Paul destruindo tudo na batera e sr Chad Gray com aqueles berros (que pensei terem sido abandonados nos últimos anos, por causa da idade e para preservá-la também, devido aos muitos anos de desgaste, etc.), e setlist impecável com certeza me surpreenderam, e me fizeram colocar essa apresentação como a segunda melhor do dia (atrás de R+, é claro). Não sei se também acontece com vocês, mas muitas bandas que escuto não soam tão legais nos álbuns, mas quando vejo ao vivo surpreendem muito (o inverso também acontece), e por isso, acabo gostando (mais ou menos) da banda.No me caso aconteceu com Hatebreed, Hellyeah, Born of Osiris e acreditem, Rammstein (comecei a gostar da banda após assistir ao show de uma banda COVER! kkkk)

    Ponto Nulo no Céu – Hangar 110

    Queria descrever mais sobre a banda mas infelizmente conheço bem pouco. Mas sabe aquele coisa de “amor à primeira escutada”? Então, foi isso!
    Há umas duas semanas rolou um pequeno festival com bandas nacionais (e mais underground) no Hangar 110, uma casa de shows em SP que está prestes à fechar as portas. Engraçado que não conhecia o mínimo que seja de nenhuma das bandas que tocaram (Ponto Nulo no Céu, Ceos, NOAH e Quinta Travessa), tinha escutado apenas UMA música do PNNC, mas mesmo assim resolvi ir (sozinho) para curtir, tomar umas brejas e me despedir da casa.
    E que experiência bacana! (que há muitos, MUITOS anos não fazia) Muitas vezes damos muito valor à bandas gringas e não tomamos conhecimento dos diversos talentos que temos espalhados por esse Brasilzão. Com certerza esse evento me fez abrir os olhos e dar mais valor ao produto nacional.
    Todas as bandas foram excelentes, mas quando o Ponto Nulo no Céu começou a introdução, já notei que ali tinha um diferencial. Energia, presença de palco, interação com o público realmente contagiante. E ainda contaram com a participação do Caio McBeserra (vocal do Project 46) em uma das faixas (que depois tomei conhecimento também consta no último álbum do PNNC). Resultado: Colei no Merch, comprei um CD, uma camiseta e me tornei fã dos caras! kkkkkk

    • Priscila Brito 15 dezembro, 2016 at 17:49 Responder

      Ei, Nadu! Adorei suas escolhas e as razões que você deu pra elas! Sim, eu também tenho essa impressão que algumas bandas soam melhor ao vivo que em disco ou vice-versa. Inclusive, tem bandas que eu gostava “normal” e passei a amar depois que vi ao vivo, como o Arcade Fire, que fez um dos shows mais lindos que eu já vi na vida. Essa sua história do Ponto Nulo no Céu é ótima e é bem a essência do que é um festival, que é ir aberto e se surpreender com coisas que você não conhecia. Eu vi que você adicionou as músicas na playlist, legal demais! Vou aproveitar pra ouvir o PNNC porque eu também não conhecia.

      • Nadu Vieira 20 dezembro, 2016 at 11:13 Responder

        Vlw, Pri! Parabéns e continuem com esse trabalho maravilhoso que inspira a galera! Ano que vem estou planejando o Maximus Argentina, se conseguir pegarei umas dicas do Lolla Argentina que vocês deram, pelo que vi, acho que muda pouca coisa! 😀

        • Priscila Brito 20 dezembro, 2016 at 12:03 Responder

          Obrigada, Nadu! Acho que dá pra aproveitar muita coisa sim das dicas do Lolla Argentina. Acredito que muda mesmo só a questão do local do festival, pois se não me engano Lolla e Maximus por lá acontecem em locais distintos. Aproveite bem a viagem e depois vem contar pra gente como foi! 😀

  4. Renan 15 dezembro, 2016 at 11:23 Responder

    Dos shows de festivais que vi este ano eu cito o Offspring no Rock Station, performance incrível que fez a galera delirar. Anti-Flag foi uma ótima surpresa, curti muito o som deles. Disturbed, Hellyeah e Rammstein pelo Maximus Festival. Show espetacular dos alemães no Maximus. Tivemos Vintage Caravan no Abraxas Fest no Rio. Fiquei sabendo que haverá a edição de maio do ano que vem do Abraxas com o Red Fang, pode avisar pra Gra. Vai ser outro show foda. E, para finalizar, teve o Epic Metal Fest em que o Epica fez um dos shows mais espetaculares do ano na minha opinião. Performance de palco incrível da Simone Simons, além de grande simpatia. Sem falar nos shows do Paradise Lost, The Ocean e Tuatha de Dannam pelo mesmo Epic. Em 2017, que venham Lolla, Maximus, RIR e tantos outros.

    • Priscila Brito 15 dezembro, 2016 at 17:51 Responder

      Lista boa a sua, Renan. Depois de tudo que a Gra falou sobre o Vintage Caravan, e agora você também destacando o show deles, acho que vou precisar prestar mais atenção na banda. Que venham mais festivais mesmo e se você vir eu e Gra em um deles, não se acanhe dessa vez e venha falar com a gente 😉

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