Divulgação/copenhell.dk

Quanto custa ir ao Copenhell?

O Copenhell é certamente a menina dos olhos dos festivais de metal na Dinamarca. O festival é um dos caçulinhas da Dinamarca, que tem  o grandioso e antigo Roskilde como um dos principais no país. Mas o Copenhell já entrou definitivamente no calendário de festivais mais importantes da escandinávia, e chama a atenção de muita gente lá dentro, e também de todos os lugares do mundo. Certamente, este festival ainda promete muito, pois a cada ano o lineup fica cada vez mais incrementado. Este ano, por exemplo, os headliners são Black Sabbath, King Diamond, Amon Amarth, Alice Cooper, Megadeth e Scorpions. O Copenhell acontece no final de junho. Este ano, as datas escolhidas foram 23, 24 e 25. Ou seja, em pleno verão escandinavo! E já que faz menos frio, ir para este festival pode ser uma ótima oportunidade para conhecer uma das capitais mais lindas da Europa.

Por ser bem no coração de Copenhague, o Copenhell é um festival de grande facilidade de acesso. Você pode imaginar, pelos vários posts que fizemos aqui sobre a Dinamarca, o quão organizadas e eficientes as coisas são naquele país. Mas, caso tenha lido tudo que a gente escreveu sobre eles, você já sabe, também, que ir para o Copenhell não será uma das coisas mais baratas do universo, ainda mais para nós brasileiros, que estamos afundados em uma crise econômica dos infernos.

Porém, não é impossível. A gente faz as contas aqui para você ir se planejando para quem sabe ir à próxima edição do festival. A gente calcula quanto custa ir ao Copenhell,  a partir daqueles dois estilos de turismo que vocês já conhecem aqui: o turismo econômico e o pé-de-chinelo style, o qual a gente adere com frequência =D

 

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TURISMO ECONÔMICO

Nesta categoria, a gente imagina que você, além de querer ir ao festival, também vai querer conhecer um pouco da cidade. Por isso, além dos três dias do Copenhell, a gente sugere três dias para ver um pouco de Copenhague, e também para se recuperar da famosa lombeira de festival. Também calculamos preços com base nas passagens compradas com certa antecedência. Comprando passagem aérea agora, geralmente fica bem mais caro. Também imaginamos que você vá se hospedar no hostel mais barato da cidade. Alguns hostels mais badalados costumam ser tão caros quanto hotel por lá. O rango, imaginamos também que você vai usar muito o supermercado, mas vai se dar ao direito de algumas refeições fora e uns petiscos lá dentro do festival. Contudo, nada com fartura, pois as coisas na Escandinávia – principalmente quando se come fora, costumam ser extremamente caras. A cota de transporte interno é pequena, mas com o dinheiro previsto, dá para passear bastante pelas áreas mais centrais e vizinhanças. Caso você realmente deseje visitar algumas atrações, como o Tivoli, por exemplo, reserve 500 reais a mais nessa conta, pois as entradas costumam ser bem salgadas. Outro detalhe importante: o ingresso do Copenhell não inclui direito ao camping. Por isso, você terá que comprar separado e desembolsar mais uma graninha, em torno de 114 reais.

 

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PÉ-DE-CHINELO STYLE

 

A primeira regra do pé-de-chinelo é que ele sempre vai tentar não pagar por acomodação em suas viagens. Assim, já se economiza bastante. Então, você precisa ser adepto ao Couchsurfing, ter amigos em CPH, algo do tipo. Porém, desta vez a gente colocou uma grana para a acomodação. Por quê? Pelo fato de o Copenhell cobrar separado o acampamento no festival. Você pode planejar dormir na casa de um amigo, claro. Mas se esse seu amigo não morar no centrão, ou bem na rua onde o festival acontece, pode ter certeza que será preferível você pagar a grana do camping a gastar com transporte de madrugada. Conselho de amiga. Bom, a gente sugere que você seja amigo dos supermercados de CPH. Principalmente do Netto e do Audi, pois possuem preços acessíveis para nosso estilo de vida aqui. Não rola mesmo de comer fora, a não ser que você vá a um restaurante turco que fica perto da Nytorv. Costumam cobrar de 50 a 80 dkk (entre 26 e 40 reais) e você pode se servir à vontade. Se rolar de achar esse restaurante, então pode comer fora pelo menos uma vez. A gente espera que você gaste com transporte interno basicamente para o seu deslocamento do aeroporto até o centro. O jeito mais barato para visitar a cidade, em pelo menos um dia de turismo, vai ser a pé mesmo. Mas não se desespere, pois parte das coisas a serem vistas estão ali bem pertinho do festival.

 

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Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer com 2 colegas um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário sobre as Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Foi por paixão também que larguei um emprego público, para me aventurar pelo mundo dos festivais com a Pri.

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