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Bate-volta Copenhague Malmö: a Suécia é logo ali

Se você estiver na Dinamarca, sem dúvidas. Impossível visitar as dansk lands sem dar um pulo na terra dos “inimigos” mais declarados dos dinamarqueses. É o mesmo que ir à Itália e ficar tomando só whey protein. Mais precisamente, estamos falando de um bate-volta Copenhague Malmö. É fácil, prático e rápido. Mais rápido do que ir de Minas Gerais a São Paulo de avião! Só não é tão barato quanto poderia ser (custo é um termo recorrente numa viagem à Dinamarca. Saiba mais no nosso guia completo de Copenhague).

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Bate-volta Copenhague Malmö – aspectos práticos

A viagem que sai de Copenhague e vai até Malmö custa em média 200 coroas, ida e volta, o que equivale a mais ou menos R$ 100. Os trens partem de 20 em 20 minutos da estação central e também do aeroporto de Copenhague, e tem jeito de viajar até de madrugada. Os bilhetes podem ser comprados pela internet  aqui, da forma convencional nos guichês ou em máquinas que ficam nas estações e aceitam cartão de crédito ou dinheiro.

O trajeto dura por volta de 30 minutos. Pouco tempo até para apreciar a imensidão do mar báltico. A paisagem que nos chega aos olhos durante a travessia da ponte de Øresund é de um azul extremo, do céu e do mar. Mas tem também alguns moinhos de geração de energia eólica que simplesmente atrapalham minha imaginação sobre todas as guerras vikings travadas naquele mar. Chegando lá, há muito o que fazer – sugerimos um passeio na vizinhança do Folkets Parks, além de um roteiro completo em Malmo.

Veja nossas dicas de hotéis em Copenhague e hotéis em Malmö

Dinamarca x Suécia

A ponte nada mais é do que a ideia consolidada de que a Dinamarca é um puxadinho da Suécia, ou vice e versa. O acordo para a construção dela aconteceu em 1991 e fez esse pessoal gastar 12 bilhões de coroas. Tem gente que mora na Suécia e trabalha na Dinamarca, e também o contrário. Só não descobrimos o que eles arrumam com o troca troca dessas moedas – que são ridiculamente diferentes, mas valem quase a mesma coisa: 1 coroa dinamarquesa é igual a 1,23 coroas suecas.

E o mimimi não para em manter uma moeda diferente, mesmo com economias muito parecidas…a língua também é extremamente próxima. Porém, enquanto na Dinamarca tem os Ø, lá na Suécia é cheio dos Ö… Dør é porta na Dinamarca. E na Suécia é Dörr…ok, talvez eu esteja simplificando muito as coisas. Tudo bem que todos são descendentes de vikings, mas devem ter lá seus motivos para manterem as diferencas e quererem ficar separados.

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Tretas históricas

O louco é que de 1300 e pouco a 1500 e pouco essa galera viking tava toda junta e misturada num só estado soberano, pela união de Kalmar. Que no entanto não foi suficiente para “calmar” esse povo belicoso.

Tretas terríveis, mais precisamente 11 guerras entre Dinamarca e Suécia, ocorreram num curto espaço de 300 anos. E alguns historiadores dizem que essa rivalidade era de natureza bem mimimi mesmo (o mimimi por minha conta!), a ponto de um rei sueco zoeiro arranjar motivos menores para tretar com os dinamarqueses, e vice-versa.

Essa herança tretística ficou bem arraigada. Estivemos com dinamarqueses que tentaram nos ensinar a língua. Ao pronunciar algumas palavras, fui “ofendida” por ter um sotaque sueco… do outro lado, os suecos acham os dinamarqueses arrogantes… Brasil x Argentina feelings… alguém???

Mas, o que o orgulho dos reis escandinavos separou, odin, ops, a ponte de Øresund, ou Öresund ( para não deixar nenhum sueco triste aqui), reuniu! E a turistada, incluindo nós, agradece!

Vai viajar para a Suécia ou para a Dinamarca? Faça agora o seu seguro viagem. Ele é exigido para entrar na Europa, e se você não apresenta-lo, podem te barrar na migração. Além disso, ele te protege caso haja algum imprevisto com a sua saúde. Aqui você pode encontrar o seguro mais barato, usar nosso cupom de desconto e parcelar sem juros.

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Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário no mundo sobre Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Comecei a ir em festivais de metal internacionais em 2009. Desde então, viajar em busca da música, essa outra paixão, tornou-se um projeto profissional que hoje chamamos de Festivalando.

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