#VideoSelfie: As histórias por trás da nossa coleção de pulseiras de festival

Uma das coisas que mais me satisfaz constatar à medida que o tempo passa é a quantidade de histórias acumuladas que eu tenho pra contar. Nem sempre são as mais fantásticas ou impressionantes, nem todas são boas, mas são todas significativas pra mim. Significam, no mínimo, que o tempo está passando e eu estou de fato vivendo sem simplesmente ver o tempo passar.

O Festivalando tem dez vezes menos a minha idade, mas a observação se aplica a ele também. Temos muita história acumulada pra contar, o que é um bom indício de que fizemos e vivemos muito em pouco tempo. Eu e Gra nos sentamos pra revisitar nossa coleção de pulseiras de festival, o elemento afetivo que nos ajuda a gravar muitas dessas histórias vividas, e a conversa foi longe.

festivalando pulseiras de festival

Pulseiras de festival em detalhe – Pri (esquerda) e Gra (direita) – Foto: Ismael dos Anjos

Histórias que a nossa coleção de pulseiras de festival conta

Foi quase meia hora de papo pra relembrar os causos por trás de uma pequena fração das nossas pulseiras. Se fôssemos contar o que há por trás de cada uma delas, teríamos que fazer uma série. Se fôssemos ampliar para além das pulseiras e dos festivais, e incluir o batente cotidiano do blog, e tudo o que passamos e conquistamos, nem sei onde iríamos parar.

O fato é que resgatamos histórias do Roskilde Festival, do Copenhell, do Brutal Assault, do Lollapalooza Chile, do Wacken, do Governors Ball, do Metal Magic… Algumas lembranças são estritamente festivaleiras. Outras acabam se misturando com momentos das nossas vidas pessoais (bons ou nem tão bons assim). Uma prova a mais de como os festivais se tornaram uma extensão de nossas vidas, sendo muito mais que espaços para diversão. São também um lugar para canalizar o que estamos vivendo, criar experiências e relações memoráveis.

Em resumo, tem ~dramas da vida real~, histórias de bastidor, uns episódios meio anedóticos e uma dose de auto-censura também. Afinal, certas coisas que acontecem em festival ficam no festival. Abafa!

Mais uma ode às pulseirinhas…

Como não poderia deixar de ser, essa conversa foi também uma boa desculpa pra gente extravasar todo nosso amor por essas coisinhas fofas, as pulseiras de festival, que tratamos como relíquia – a Gra guarda as pulseiras dela numa caixinha com estampa de poá, eu guardo as minhas num saquinho de tule lilás <3

…E um convite pra você

Fica o convite pra que você entre na onda afetiva-nostálgica-memorialista com a gente e:

  1. Dê o play no #VídeoSelfie pra ouvir os causos por trás da nossa coleção de pulseiras de festival
  2. Compartilhe com a gente as histórias que as suas pulseiras contam 🙂 Pode ser aqui mesmo no post, no YouTube ou lá no Instagram com a tag #festivalando

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Priscila Brito

Sou jornalista e melômana, não sei se nessa ordem. Coleciono ingressos de shows desde 2001. Agora coleciono pulseiras de festival e carimbos no passaporte. Sou uma das mães do Festivalando e fiz Paul McCartney falar uai no Mineirão. Só porque eu gosto de música. Nas horas vagas, faço coisas sérias e tento salvar o jornalismo.

2 comments

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  1. Israel Theodoro de Carvalho Leitão 17 Janeiro, 2018 at 12:29 Responder

    Eu ainda estou usando a minha do wacken 2017………mas to pensando em tirar….depois de um tempo ela começa a ficar com um cheiro estranho…..kkkkkk

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