lollapalooza chile 2019Sebastian Astudillo/Lollapalooza Chile/Divulgação

Quanto custa viajar para o Lollapalooza Chile

Em uma conclusão pessoal, porém empírica, eu declarei que o Lolla Chile é o maior e melhor Lolla da América do Sul após visitas comparativas aos Lollas Brasil e Lolla Argentina nos últimos anos e também ao reencontrar o festival em Santiago ainda melhor do que na primeira vez em que estive lá. Portanto, não é surpresa se eu disser que, não importa quanto custa viajar para o Lollapalooza Chile, vale o investimento.

Quanto custa viajar para o Lollapalooza Chile: algumas ressalvas

Mas quanto custa exatamente? As contas seguem abaixo. Porém, como de costume quando fazemos orçamentos de viagem para festivais aqui no Festivalando, é importante ressaltar que os valores na sequência deste texto são estimados. O momento em que você faz suas reservas, o mercado de câmbio e a economia dos países envolvidos interferem nos valores finais.

Especificamente, nos cálculos a seguir que estimam quanto custa viajar para o Lollapalooza Chile, há três ressalvas a serem consideradas:

1. Passagens

O valor da passagem é uma média aproximada do preço cobrado em voos saindo de capitais de diferentes regiões do Brasil. Dependendo da sua cidade de partida, o valor pode ser maior ou menor do que aquele que foi considerado na conta. Considere também sempre a possibilidade de monitorar preços para conseguir uma passagem em promoção.

2. Ingressos

Os cálculos levam em consideração o preço do ingresso no primeiro lote do Lolla Pass, mas ele não é o mais barato. O ingresso mais barato do Lolla Chile é o Early Bird, lote promocional. Mas eles evaporam em questão de minutos e são mais difíceis de conseguir. Nada impede você de tentar e, de fato, conseguir comprar. Mas é preciso estar a postos assim que as vendas abrem para ter chance.

Só como comparação, para o Lolla Chile 2019, o Early Bird custou aproximadamente R$ 550, enquanto o primeiro lote custou R$ 800. Não há meia entrada no Chile.

Importante dizer também que os ingressos pro Lolla Chile vão até o quinto lote, sendo assim, o aumento de preço é bem gradual. Porém, quanto antes você comprar, melhor para o seu bolso.

3. Tempo de viagem

Os cálculos foram feitos pensando em uma viagem de sete dias. São três para o festival e quatro para você fazer turismo. É totalmente possível ficar menos tempo e, consequentemente, fazer uma viagem mais corrida, ou ficar mais e explorar o Chile para além de Santiago.

4. Custo de produtos e serviços locais

Próximo as datas da sua viagem, você pode checar valores atualizados de produtos e serviços em Santiago neste site.

Quanto custa viajar para o Lollapalooza Chile – contando todas as moedinhas

No modo mais econômico possível, sua viagem para o Lollapalooza Chile vai incluir hospedagem em quarto compartilhado, em hostel. E um dinheirinho apertado pra priorizar compra de alimentos em supermercados, com poucas refeições na rua, e preferência por passeios em lugares gratuitos. O ingresso considerado nos cálculos é o Lolla Pass.

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Quanto custa viajar para o Lollapalooza Chile – com economia, mas com conforto

Neste segundo orçamento temos uma folga para algum conforto. Já é possível pensar em ficar num quarto individual. Se você ainda precisar economizar um pouco com hospedagem, o recomendável é que você procure pelos chamados hostals (espécie de pousadas), que têm aos montes em Santiago.

Normalmente instalados em casarões históricos, eles são menores e mais simples que um hotel tradicional. Portanto, têm diárias mais baratas, mas você tem conforto e um bom serviço. Nas minhas duas viagens para o Lolla Chile eu me hospedei em hostals.

O dinheiro reservado para gastos diários também é ligeiramente maior. Isso te permite escolher mais coisas para fazer nos dias reservados ao turismo. O ingresso considerado nos cálculos é o Lolla Pass.

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Colocando os orçamentos em prática

Depois de fazer as contas de quanto custa viajar para o Lolla em Santiago e juntar seu rico dinheirinho, siga direto pro nosso guia de viagem pro Lollapalooza Chile. Nele há informações práticas pra você escolher o seu hotel, dicas de roteiros, toques básicos pra se virar no aeroporto, câmbio e outras utilidades.

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Priscila Brito

Sou jornalista e melômana, não sei se nessa ordem. Coleciono ingressos de shows desde 2001. Agora coleciono pulseiras de festival e carimbos no passaporte. Sou uma das mães do Festivalando e fiz Paul McCartney falar uai no Mineirão. Só porque eu gosto de música. Nas horas vagas, faço coisas sérias e tento salvar o jornalismo.

8 comments

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  1. Rafael Rocha 8 maio, 2019 at 09:41 Responder

    Vocês poderiam, por favor, fazer um valor estimado mais divido? 😬
    Exemplo: x reais de hotel, sendo no valor de y a diária. X reais de passeios, sendo y e z
    Principalmente para termos noção do quanto sairia apenas para ir nos 3-4 dias de festival

    • Priscila Brito 8 maio, 2019 at 14:50 Responder

      Oi, Rafael! Para as diárias é muito claro, basta você dividir o valor por sete, que é o tempo de duração da viagem explicado no início do texto. O restante é meio complicado – passeios, transporte e comida – porque é uma questão meio pessoal. Hipoteticamente falando, os passeios que eu fiz podem não ser os que você quer fazer, eu ando muito a pé e talvez você não abra mão de um táxi, então o jeito é ficar meio diluído mesmo pra dar uma noção geral. Eu recomendo você entrar no link indicado no item 4 (custo de produtos e serviços locais), assim você pode consultar os valores das coisas que realmente interessam a você.

      E, mais que isso, se a sua intenção é ir só mesmo nos três dias de festival, passeios é uma coisa praticamente pra deixar de lado (ou pensar muito bem a respeito). O festival toma muito tempo; se você não pode ficar muitos dias, ou você prioriza o Lolla ou o turismo.

        • Priscila Brito 9 maio, 2019 at 10:56 Responder

          É, neve nessa época não rola. O Valle Nevado até que funciona em março/abril pra visitantes, mas no máximo você vai lá pra ver os Andes e andar de teleférico.

          Eu acho que Cajón del Maipo + Emmbase El Yeso é um lugar legal pra conhecer, é um cânion dos Andes e uma represa artificial na região metropolitana de Santiago (eu infelizmente tive que cancelar o passeio porque tava com um resfriado já ficando sério, mas não me sai da cabeça ir lá conhecer. Todo mundo que vai, ama). É um passeio de um dia. As vinícolas também são uma boa. Dentro de Santiago mesmo tem várias em que você chega com facilidade. Eu fui na Viña Aquitania, que fica perto de outra mais famosa, a Cousiño Macul. Tem a Santa Carolina também. E fora de Santiago tem a mais famosona, que é a Concha y Toro.

          Adoro também os parques suspensos, que ficam sobre montanhas. Tem o Cerro Santa Lucía, com entrada gratuita, e o Cerro San Cristóbal. Ele cobra entrada baratinha e vale a pena porque tem passeio de funicular e teleférico. Você tem uma boa vista de Santiago do alto. E dá pra chegar fácil nos dois só de metrô.

          Eu fiz um post esses dias com mais sugestões, se quiser dá uma olhada: https://festivalando.com.br/o-que-fazer-em-santiago/

  2. carla coque 29 julho, 2019 at 20:59 Responder

    Ola, gostaria de saber sobre o lolla lounge , vocês sabem o valor, e sobre a venda de bebidas ? nesse espaço tem qtd limitada de venda de bebida alcoolica, ou a qtd é liberada ? muito obrigada

    • Priscila Brito 30 julho, 2019 at 10:16 Responder

      Oi, Carla! Não há limitação de consumo na área VIP. A propósito, em 2019 o lounge foi open bar, só são sei se vão manter o serviço assim nas próximas edições. Mas certamente esses detalhes vão ser informados no site do Lolla e também da Punto Ticket, que é a empresa que vende os ingressos.

    • Priscila Brito 9 agosto, 2019 at 13:40 Responder

      Oi, Duda! Tudo bem! Tirando o Early Bird, que esgota em minutos porque são poucas unidades, o restante da venda é tranquila sim. Fazer o seu cadastro antes na Punto Ticket e se certificar que no dia o seu cartão estará liberado pra compra internacional ajuda bastante também 🙂

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