rock in rioRaul Aragão / I Hate Flash

Festival Update: perspectivas para os festivais no Brasil em 2017

O último update do ano vem com cheirinho de 2017! Nesta edição, compilamos algumas novidades e perspectivas para os festivais no Brasil no ano que vem – tanto aqueles que já estão aí quanto aqueles que, a gente espera, venham a confirmar sua realização!

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Quatro novos festivais internacionais “importados” para o Brasil

A SFX Entertainment, agora LiveStyle Inc., responsável pela produção de grandes festivais de música eletrônica como o Tomorrowland, anunciou em comunicado à imprensa que em breve divulgará os eventos que pretende realizar no Brasil. A empresa é responsável pelo Electric Zoo, Awakenings, Mysteryland, Tomorrowland, Sensation, Corona Sunsets e Life in Color

Oficialmente, o Tomorrowland em Itú está descartado em 2017, mas o saldo de novos festivais deve ser positivo. Luiz Eurico Klotz, fundador e diretor da Plus Talent, empresa adquirida pela LiveStyle Inc., assegurou durante uma palestra que quatro festivais famosos devem ganhar uma edição brasileira no ano que vem. Segundo ele, os eventos vão acontecer em abril, julho, setembro e dezembro e serão “dos mais variados estilos.

Novo festival no interior de São Paulo

Segundo José Norberto Flesch, aquela fonte do meio musical que a gente respeita MUITO, há um novo festival sendo planejado para o interior de São Paulo em 2017. Ainda segundo ele, não se trata nem da volta do SWU, nem de um novo festival de música eletrônica na arena Maeda (local do Tomorrowland). Flesch finalizou antecipando que já há ideias para o lineup do festival, mas não deu mais detalhes.

O ano das pulseiras de festival no Brasil

pulseira de festival

O Tomorrowland Brasil, respeitando a prática da matriz belga, usou as pulseiras de festival como forma de identificação do público e provou-se todo o potencial que esse simples item carrega para engajar os fãs e se transformar em peça de colecionador. Agora, enfim, os dos maiores e mais populares festivais realizados no Brasil também vão adotar o mecanismo.

Lollapalooza Brasil e Rock in Rio vão usar pulseiras cashless no lugar de ingressos, o que irá popularizar no país um acessório de festival já amplamente utilizado em festivais no exterior.

Rock in Rio de casa nova

Depois de realizar praticamente todas as suas edições na Cidade do Rock (com exceção de 1991, quando ocorreu no Maracanã), o Rock in Rio vai se mudar para o Parque Olímpico em 2017.

Em sua nova casa, o festival promete uma série de melhorias: dobro de espaço, acesso facilitado para pessoas com mobilidade reduzida, maior número de banheiros e também simplificação do acesso via transporte público, tanto de metrô quanto de BRT.

A Rock Street também virá repaginada, segundo o festival mais “boêmia”, e com um lago artificial.

Dekmantel e Maximus concentram expectativas

estrutura maximus festival

Estúdio Gaveta/Divulgação

A versão brasileira do Dekmantel, que acontece em fevereiro em São Paulo, e a segunda edição do Maximus Festival, em maio, também em São Paulo, carregam uma parte considerável das expectativas para 2017.

Além de uma estreia bem-sucedida, fica a esperança de que o Dekmantel não tenha o mesmo destino de Sónar São Paulo, Electric Daisy Carnival e Tomorrowland, que por diferentes razões foram descontinuados no país de maneira temporária (no caso do Tomorrowland) ou de maneira misteriosa, sem nenhum comunicado ao público (no caso dos demais).

Quanto ao Maximus, a expectativa é para que o bom desempenho da organização na primeira edição em São Paulo se repita ou até se aperfeiçoe, consolidando o festival no calendário do país e confirmando seus desejos de expansão.

Festivais indie seguem consistentes

Indo muito bem, obrigado, há muitos anos, representantes consolidados da cena de festivais independentes mostram-se ainda mais fortes.

O recifense Coquetel Molotov anunciou uma edição especial em Salvador, no dia 14 de janeiro, claramente reforçando seus planos de expansão – houve uma edição em BH em outubro deste ano.

Já o Bananada, na movimentadíssima Goiânia quando o assunto é festival independente, deixou claro que já pode se apoiar na força da marca e na fidelidade do público. Seguindo a prática de festivais maiores, como Lollapalooza e Coachella, o Bananada abre a venda de ingressos às escuras, sem anunciar nenhuma atração no lineup.

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Priscila Brito

Sou jornalista e melômana, não sei se nessa ordem. Coleciono ingressos de shows desde 2001. Agora coleciono pulseiras de festival e carimbos no passaporte. Sou uma das mães do Festivalando e fiz Paul McCartney falar uai no Mineirão. Só porque eu gosto de música. Nas horas vagas, faço coisas sérias e tento salvar o jornalismo.

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