praia na suécia

Praia na Suécia: sabia que existe uma “Copacabana” na Escandinávia?

Deu Popegoja e deu praia na Suécia. Por mais inacreditável que pareça, eu e a Pri ficamos de biquíni estiradas ao sol da fria Suécia, que nesse dia não estava nada fria! Foram 29 graus, coisa atípica mesmo para o verão segundo os suecos, que acabaram relacionando o calorão à presença brasileira por lá… ok… Nem sei se levei como elogio ou se encarei a mim mesma como a ave agourenta que trouxe a catástrofe do aquecimento global…

E, claro, entramos no mar da Escandinávia – comparando com a minha experiência anterior, de um verão escandinavo cujas máximas eram 15 graus em 2009, isso foi realmente uma grande surpresa. Uma surpresa bem agradável, apesar de não poder levar um caldinho sequer do mar trevoso das batalhas vikings, pois não tinha onda, minha gente!

eu e pri

Segura a peruca para não voar! rsrsrssr Festivaleiras na vida boa!

Praia na Suécia: a Ribersborg Beach

Já de olho na elevação das temperaturas por aqui, assim que descemos na estação Central de Malmö, em nosso primeiro dia de Suécia, fomos direto para o caminho de uma das praias mais famosas da cidade, a Ribersborg Beach.

Para chegar até a praia é fácil (veja as fotos abaixo). Partindo da estação central de Malmö (Malmö C), ache a Citadellsvägen, pegue a via à esquerda da estação central e siga até o fim. Você chega lá rapidinho!

praia na suécia

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Copacabana da Suécia?

Ribersborg, que é também conhecida como a “Copacabana” da Escandinávia. Essa alcunha nos deixou confusas. Afinal, onde estavam todas as barracas e quiosques? Cadê a muvuca, os vendedores de biquíni, chapéus? E o biscoito globo com chá mate? Não vai passar nem um moço vendendo picolé? Ops… até que passou!

Enquanto a Pri foi dar um mergulho, fiquei na areia e assisti a chegada de um ser em uma bicicleta cheia de compartimentos hi tech, com um picolé que pela marca do coraçãozinho seria Kibon, mas tinha o nome de GB Glace (depois reparei que Kibon na Dianamarca também era Frsiko, na República Tcheca era Algida…). 29 coroas suecas – por volta de 14 reais… Picolé caro pra kct! Nem pensei em refrescar de outro jeito senão lá no mar.

Fora isso, era impossível não reparar que essa “Copacabana” tinha uma areia bem escura, não tinha ondas, nada de rochas e elevações por perto, e era rasa demais durante muito tempo… era uma praia artificial! Por outro lado, éramos duas mineiras e qualquer praia já tava bom demais para fazer uma festa na água e refrescar o corpo naquele calor! Então, achamos mesmo sensacional, chique no último pegar um praião escandinavo.

praia na suécia

Boas impressões

Uma vantagem considerável é que não havia muitos visitantes na praia. Havia lugar para todo mundo e o ambiente era bem gostoso e tranquilo – nada de se preocupar se alguém iria mexer em nossos pertences, por exemplo. Percebemos que uma parte da praia também era reservada à prática de nudismo, algo bem comum pelos lados de cá, em que o corpo humano é tratado com bastante naturalidade. Como dissemos,é apenas uma parte, que se situa na zona sul dessa parte do litoral e é chamada de Laguna Marinen. Eu e a pri não nos arriscamos dessa vez, mas talvez em uma próxima!

A organização e limpeza de Ribersborg nos impressionou. Havia áreas separadas para pessoas com cães, e uma parte mais segura para as crianças. Os banheiros, todos gratuitos, eram extremamente limpos e equipados com água, sabão, papel toalha e papel higiênico. Tudo muito limpinho, cheiroso e com um big espelho. Não me contive em não fazer um selfie…

banheiro

Arredores

Lá por perto havia alguns restaurantes bem chiques e um quiosque apenas, distante da areia. Nele você poderia comprar belisquetes, petiscos e água. Tive que comprar por ter esquecido minha garrafinha… Morri em 14 coroas suecas, que é tipo 7 reais. Vale lembrar que eles cobram o preço da água mais o valor da garrafa, que é restituído quando você leva o recipiente para reciclar!).

No caminho da praia, que fizemos a pé para ver a linda Malmö, já podíamos avistar de longe um prédio branco estilosão, todo retorcido, bem moderno e que ajduda dar àquela Copacabana um ar mais moderno do que a nossa no Brasil. Estamos falando do Turning Torso, um dos maiores prédios de apartamentos construídos na escandinávia – ele tem 190 metros de beleza que avança e arranha o céu de Malmö. O prédio é obra de um arquiteto bem famoso, Santiago Calatrava. O desenho foi inspirado em uma escultura do arquiteto, chamada Twisting Torso.

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Wiki commons Turning Torso

Vale a pena pegar uma praia na Suécia?

Não pensávamos que pudéssemos nos divertir tanto ao ar livre na Escandinávia. Por mais que o vento fosse forte, o calor fez presença bem vinda na nossa sexta-feira. O mar nos renovou as energias que estavam quase zero depois da loucura do Roskilde Festival. Fomos bem dispostas e relaxadas para o Folkets Park, local onde aconteceu o festival Popegoja, em uma caminhada que também não levou mais de 20 minutos, partindo da praia de Ribersborg. Certamente, essa vai ser uma das tardes que ficarão marcadas na nossa memória festivaleira!

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Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer com 2 colegas um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário sobre as Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Foi por paixão também que larguei um emprego público, para me aventurar pelo mundo dos festivais com a Pri.

2 comments

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  1. Larga tudo e vem pra praia: Fortaleza te convida para 5 festivais - Festivalando 23 julho, 2015 at 10:25 Responder

    […] As praias fazem parte das minhas atrações turistonas preferidas durante os festivais, por que quando eu ouço o mar minhas palpebras se sentem autorizadas a fechar e minha cabeça faz uma pausa em todo pensamento no qual se exprima mais de um verbo e sujeito. É um ótimo jeito de recarregar as energias para enfrentar uma bateria de shows. E se tiver faltando a desculpa para assumir que no Brasil não tem inverno coisa alguma e correr para o mar, agora não falta mais. Somente em Fortaleza, capital cearense, acontecem durante o fim do mês de Julho e início de agosto 6 festivais ligados ao programa Rock-Cordel. Quer mais o quê para vir pro Nordeste esquecer da vida? […]

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