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Como encontrar o melhor hotel para ficar durante festival

Pode parecer que não, mas é possível pensar em características de um hotel que são imprescindíveis para quem vai viajar para festival. Não que exista uma fórmula pronta ou indicação certeira e milagrosa de como encontrar o melhor hotel para ficar durante festivais. Afinal, o que é bom para mim pode não ser bom para você. Mas da nossa experiência de estrada festivalando, viajando em busca da música, reunimos alguns passos importantes para nos levar à satisfação da nossa escolha.

E vire e mexe a gente vê nos grupos relacionados a festivais as pessoas meio perdidas, pedindo indicações de hotéis para o festival x ou y. Temos vários posts legais com dicas de onde ficar em alguns dos festivais que já fomos. Mas, como eu disse, a gente vai tentar falar de elementos gerais no post de hoje. Aí, cada um poderá aplicar caso a caso e tomar a sua própria decisão 😉

O melhor hotel para ficar durante festival precisa ter um café da manhã dos campeões

melhor hotel para ficar

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Quando escolhemos ficar em um hotel e não acampar durante um festival, certamente estamos em busca de comodidades que o hotel oferece e o acampamento não. Uma delas é o café da manhã farto, feito e posto à mesa, pronto para ser devorado na hora em que acordamos. Os festivais geram rotinas muito desgastantes. Vira e mexe também nos encontramos desidratados, ou nos alimentando mal durante o dia no evento. Portanto, quando acordamos, geralmente precisamos de muito mais energia do que o normal. Sim, comemos muito mais no café da manhã pós um belo dia de festival.

Pegadinhas

Por isso, é preciso verificar se os hotéis oferecem café da manhã incluído (se não estiver incluído, verificar se o preço é razoável). E mais do que isso: é importantíssimo ler o que os hóspedes falam nas avaliações dos hotéis, pois sempre comentam sobre o café da manhã. Uma vez, um hóspede disse assim em uma propriedade que eu ia reservar “Não se iluda com as fotos do café da manhã. Ele é péssimo”. Eu ignorei solenemente a pessoa. Chegando ao hotel, vi que ela tinha razão. Também já caí em pegadinhas de um café da manhã mixuruco, lá num hotel em Bergen. Quando no início da manhã eu escutei baterem à porta, fui verificar e vi uma sacolinha com 1 sanduichinho, 1 caixinha de suco e uma pêra… gente, vocês não fazem ideia do ódio que se instaurou em minha pessoa!

Além de reservar um hotel, faça agora o seu seguro viagem. Ele é exigido para entrar na Europa, e se você não apresenta-lo será barradx na migração. Além disso, é a garantia de que você estará amparadx caso haja algum imprevisto com a sua saúde. Aqui você pode pesquisar o melhor preço em várias seguradoras, comprar o que se adequar ao seu orçamento e ainda conseguir até 15% de desconto.

Nem sempre o mais perto é o melhor

É nossa tendência pensar ‘quanto mais perto do festival for o hotel, melhor’. Porém, precisamos muito rever isso. Nem sempre o hotel que está mais perto é a melhor opção. Primeiro, porque geralmente eles podem estar com preços mais elevados. Depois, porque nem sempre os arredores dos festivais estão munidos com serviços tais como supermercado, lavanderias, estações rodoviárias e ferroviárias ou meios de transporte. Mesmo com os ônibus oferecidos pelos festivais, essa situação pode ficar um pouco problemática quando você quer, por exemplo, deslocar-se durante o dia para fazer turismo, e aí vai precisar de um transporte que vá a pontos específicos que talvez não sejam atendidos pelo ônibus do festival.

Um exemplo de festival em que não compensa ficar em hotel perto do local do evento é o Copenhell. Os hotéis em Copenhague que ficam pertinho do festival são extremamente caros. As do centro estão mais baratas, e contam com uma infraestrutura de transporte fantástica! Além disso, os ônibus do festival são em grande número e operam com eficiência para te levar de volta a uma das estações muito bem conectadas e próximas ao centro.

Por isso, é preciso estudar caso a caso. Pois, algumas vezes, ficar ao lado do festival pode ser bom negócio, já outras vezes é uma furada. A dica é: procure hotéis que vão conciliar o preço com as suas necessidades e vontades – tipo fazer turismo pela cidade durante o festival. Em outras palavras, reserve hotéis em pontos estratégicos para você, de acordo com seus planos e objetivos.

Cruzando informações: Conforto x preço x praticidade



Booking.com

Nosso instinto de querer economizar sempre fala mais alto. Isso é uma verdade. Ainda mais pelo fato de que quando viajamos para festival, podemos gastar mais do que em uma viagem de turismo convencional. Por exemplo, vamos ter que comprar ingresso, arcar com o deslocamento para o festival, com comida lá dentro etc. Daí, realmente ficamos muito tentados a pegar a acomodação mais barata.

No entanto, a acomodação mais barata pode ser uma furada em vários sentidos. Ela pode ser muito longe ou muito pouco estratégica/prática para suas demandas – daí você vai ter que gastar horrores em transporte. Ela pode ser ruim, sem conforto e sem um bom café da manhã, o que vai te deixar no mínimo muito p da vida. Ela pode também ser uma acomodação cheia de pessoas mal educadas, barulhenta, suja, etc.

Critérios centrais para escolher o melhor hotel para ficar

Mas, como avaliar tudo isso sem nunca ter ido ao hotel? Não tenha preguiça e leia os comentários. Eles podem ser muito bons para nos orientar. Podem falar coisas bem pertinentes e que certamente nos incomodariam em nossa estadia. É também importante cruzar critérios de procura em ferramentas de busca de hotéis, como o Booking.com. Por exemplo, nota de avaliação e preço. Esse para mim é um dos melhores. Pois dá para você comparar depois com a diferença de preço dos valores apresentados entre as opções mais baratas. Às vezes, 20 reais a mais em uma acomodação bem avaliada podem valer muito mais a pena do que você imagina!

Esperamos ter ajudado a orientar a escolha do melhor hotel. É legal dizer a vocês também que somos parceiras do Booking.com. Quando você reserva hotel a partir de um dos nossos links, a gente ganha uma pequena porcentagem e você não é cobrado (a) em nada a mais por isso. Então, dá uma força aí para a gente continuar festivalando 😉

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Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer com 2 colegas um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário sobre as Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Foi por paixão também que larguei um emprego público, para me aventurar pelo mundo dos festivais com a Pri.

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