dicas primeira vez copenhellCopenhell/ Divulgação

Dicas pra sua primeira vez no Copenhell

O Copenhell é um dos festivais de pequno a médio porte na Europa que tem chamado bem a atenção das e dos metalheads. Afinal, ele é porta de entrada para conhecer a Dinamarca, esse país viking que todo mundo pira pra conhecer. Inclusive, a gente fez até um guia de viagem para o Copenhell, que serve pra ajudar a galera no planejamento prévio. Mas a gente não deixaria vocês jogados aos viking assim, sem dicas pra se virar lá dentro do festival. Por isso é que fizemos esse post com as dicas pra sua primeira vez no Copenhell. Ou seja, agora o foco é te dar os macetes para se virar quando já estiver lá dentro do festival.

Dicas pra sua primeira vez no Copenhell

dicas primeira vez no copenhell

Copenhell/ Divulgação

Antes de abraçar a experiência do Copenhell com toda a sua alma, preste atenção nessas dicas. Elas podem ser muito valiosas:

Compre um rejsekort ( cartão de transporte público)

Normalmente, este é um conselho que dou pra todo mundo que chega em Copenhague. Principalmente para quem tem um orçamento apertado. Pois, além de ser prático e  funcionar como um bilhete de integração de transporte público, o rejsekort garante seus descontos em determinados deslocamentos. Ou seja, deixando para pagar em dinheiro, suas viagens não se acumulam – metrô e ônibus, por exemplo, e você perde grana.

Para o Copenhell será igual. Os ônibus das linhas 9 e 666 fazem parte da frotaMovia, estão em maior volume para atender ao festival, mas devem ser pagos. Portanto, a melhor decisão é chegar ao aeroporto de CPH e já comprar lá mesmo um rejsekort anônimo. Assim, você garante que não vai pagar mais grana ao fazer a integração de transporte. Ah, o rejsekort vale até para os ferries, barquinhos que te levam da Dinamarca para a Suécia.

Troque seus euros por coroas dinamarquesas

Outra missão importante ao chegar ao festival é trocar euros por coroas dinamarquesas (DKK). Muita gente não sabe, mas a Dinamarca tem sua própria moeda. E somente ela será aceita dentro da área do festival.

Apesar de algumas tendas de comida e outros produtos aceitarem cartão, há várias que só aceitam dinheiro em espécie. Por isso, também é imporante andar com uma certa quantia de moeda estrangeira, uma vez que a cada saque se perde um bocado de grana em taxas. Assim, apesar de ter algumas ATM lá dentro e ser relativamente tranquilo se virar com cartão, o melhor a se fazer é ter consigo um pouco de DKK.

Saiba: a entrega das pulseiras é uma verdadeira festa!

Aconselho pegar as pulseiras do festival antes de ele começar. Não só pela organização e para não correr o risco de dar algo errado no dia exato do festival. Mas porque o dia em que as pulseiras começam a ser entregues é uma verdadeira festa! Todos os anos, o Copenhell organiza a festa de entrega da pulseiras no Pumphuset, uma espécie de centro cultural em Copenhague.

Este lugar fica muito bem localizado, perto do Tivoli e da estação central, inclusive. Assim, além de ser uma oportunidade pra já conhecer seus e suas coleguinhas de festival, é também uma ótima oportunidade de turistar pela cidade. Geralmente, rolam bandas locais ao vivo, além de som de DJ que não economiza nas doses de brutalidade sonora.

Lembre-se: O tempo dinamarquês é temperamental

Não julgue o sol como algo definitivo quando o vir no horizonte. E nem como indicio de calor. Pois tanto pode ser que o dia de sol seja gelado ou que chova logo em seguida, durante o verão dinamarquês. Pra falar a verdade, as noites de verão na Escandinávia são bem parecidas com nossas temperaturas de inverno. Portanto, lembre-se de levar agasalho, por mais calor que você tenha sentido antes de sair de casa. Também é bom andar com capa de chuva e casaco corta vento.

Não se assuste com a língua

Quando você chegar ao festival, verá que a maioria das coisas está escrita em dinamarquês. Mas não se assuste! Apesar disso, todo mundo fala inglês perfeitamente. Sendo assim, a melhor solução é mesmo perguntar o que cada coisa significa, sem vergonha, para não cair em nenhuma pegadinha. Mas já vou logo avisando, uma das palavras mais importantes a serem decoradas é øl 😉

Por falar em língua, aproveite os “rabat”

Outra palavra importantíssima é “rabat”, que significa desconto. Dentro do festival você verá ela sendo usada principalmente para descontos em comprar progressivas. Por exemplo, quando você compra 4 cervejas e não apenas 2, rola um descontinho.

Também é comum fazerem descontos para algumas comidas ao final de cada dia.

Cuidado com o banho viking

O banho viking é uma das atrações do festival. Trata-se de uma banheira de água quente onde várias pessoas ficam peladinhas, ou não, durante um determinado tempo. Pois é, parece ótimo curtir um pouco do festival dentro dessa banheira, né? Eu também pensei assim, até que entrei e percebi que o banho viking estava extremamente fedido. Mas isso foi porque eu fiz uma péssima escolha: entrei no banho viking apenas no último dia do festival. Imagino, então, que seja muito melhor entrar no banho viking logo de cara, assim tem menos possibilidade de você sair de dentro dágua cheirando à carniça, ahuaahua.

Aproveite para turistar

O Copenhell é um dos festivais europeus com grande potencial turístico. Isso porque sua área fica muito perto do centro histórico e turístico da cidade. Assim, é uma besteira muito grande não aproveitar os dias de festival para conhecer mais da linda capital dinamarquesa. Não deixe de ler nosso guia de viagem para Copenhague para planejar melhor suas visitas e atrações.

Pra quem ainda não planejou a viagem, não se esqueça:

Para qualquer viagem, bem como a viagem para o Copenhell você precisa seguir alguns passos:

1. Veja as ofertas de passagem para a Dinamarca e outros destinos.

2. E não se esqueça de fazer o seu seguro viagem, para garantir sua entrada na Europa sem problemas e evitar complicações durante a sua estadia.

3. Ah, caso ainda não conheça a Melhor Câmbio, faça um teste comparando as diversas casas e tarifas em um só lugar.

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Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário no mundo sobre Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Comecei a ir em festivais de metal internacionais em 2009. Desde então, viajar em busca da música, essa outra paixão, tornou-se um projeto profissional que hoje chamamos de Festivalando.

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