" /> #Videoselfie: depressão pós-festival | Festivalando

#Videoselfie: depressão pós-festival

Depressão pós-festival não é mole, não. Sentimos isso desde sempre, quando colocamos nossos pézinhos nas primeiras festival areas da vida – ai, que dorzinha no coração me dá de lembrar do primeiro ( já extinto) Pop Rock Brasil, que fui no Mineirão, em Belo Horizonte… tão novinha! Mal sabia que ali já cairia nas garras desse mundo festivaleiro cruel, porém lindo!

O problema é que, desde a criação do Festivalando, essa coisa cresceu e se intensificou demais. Quando eu e a Pri fomos pela primeira vez na viagem em busca dos festivais europeus, mal sabíamos que essa dor de cotovelo festivaleira ia ser das bravas. Achávamos que ia ser de boa. Afinal, era só sair de um festival e entrar em outro… quem dera! Quem dera se as coisas fossem tão simples assim. Evidentemente, os períodos de seca festivaleira são os mais agudos. Aí não tem jeito mesmo. A deprê vem e toma conta dos nossos dias. Mas o período da fartura também é difícil, ainda mais quando as datas dos festivais são muito próximas uma das outras. Tem vez que até vamos para um festival com o outro maravilhoso na cabeça, ou até chegamos em alguns em que era preferível ficar em casa e curtir o luto – tipo: sair do Brutal Assault, na República Tcheca, para ir ao Sziget, na Hungria, em 2014, não foi nada legal! Mas tudo bem, afinal, chorei meu luto sem Brutal Assault em Budapeste, cidade linda da Hungria, que vale muito mais a pena do que o Sziget em si.

Bom, esse ano de experiências festivaleiras fez com que eu e a Pri identificássemos até mesmo as fases dessa depressão, desse luto pós encerramento de festival. Pra ficar mais didático, achamos a dor de cotovelo festivaleira até meio parecida com término de relacionamento… te contamos mais sobre essa teoria no vídeo.

Com esse conhecimento também veio outro: a elaboração de algumas estratégias para viver/ superar o fim de um festival. Isso também é algo que você fica sabendo no #videoselfie.

E agora, conta aí vai: você também sofre com esse mal irremediável que é o encerramento de uma edição de festival, e a implacável depressão pós-festival? Como você lida com isso, pelamor de Satan, Odin, Buda, Exu, ou sei lá o quê???

Assista ao vídeo, converse com a gente! Ajuda aí, porque a situação é crítica, migxs!

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Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário no mundo sobre Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Comecei a ir em festivais de metal internacionais em 2009. Desde então, viajar em busca da música, essa outra paixão, tornou-se um projeto profissional que hoje chamamos de Festivalando.

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