primeira vez brutal assaultBrutal Assault/ Divulgação

Dicas para sua primeira vez no Brutal Assault

A primeira vez no Brutal Assault pede o conhecimento de alguns macetes. E não estamos falando de todas as dicas de viagem que demos sobre o festival. Para além das dicas de planejamento, é necessário saber de algumas maldades e macetes úteis para quem vai pisar no forte Josefov.

Então, se você pensou que as dicas para o festival tinham terminado, seguem mais algumas essenciais para sobreviver por lá.

Leia também o Guia de Viagem para o Brutal Assault

Dicas para sua primeira vez no Brutal Assault

primeira vez brutal assault

Brutal Assault/ Divulgação

#1 – Use calçados confortáveis, pois você vai andar!

A não ser que você vá de carro, você vai andar algum tempo para chegar ao Brutal Assault. Pois a estação de trem de Jaromer fica relativamente distante do forte Josefov. Precisamente, são 2,1 km. Assim, você vai gastar no mínimo meia hora para caminhar até lá, caso esteja a pé. O ônibus do festival, contudo, deixa todo mundo em uma pracinha já quase na porta do forte. Aí, anda-se relativamente pouco até chegar ao festival.

Mas, como uma das opções mais comuns e mais baratas pode ser o trem, prepare-se para a maratona de ida e volta, caso não vá acampar no festival.

#2 – Nenhum alimento entra na área de shows do festival

Apesar de amarmos o BA, este é um ponto para odiá-lo fortemente. Na maioria dos festivais, é bem normal poder entrar com algum belisquete. Por exemplo, barra de chocolate, cereal ou minha querida paçoquinha. Porém, no Brutal isso é completamente proibido. Lembro de que, na última vez em que estive no festival, perdi uma deliciosa barra de chocolate suíço.

No entanto, dentro do camping os alimentos em quantidades para consumo próprio são aceitos.

# 3 – Tenha paciência com a troca de ingresso

Ainda que seja um festival de pequeno porte (15 000 pessoas por dia), o Brutal Assault não está livre de tumulto. Inclusive, a troca dos ingressos pelas pulseiras é, geralmente, um momento tenso.  No entanto, recentemente o festival lançou a opção “fulfillment”, em que enviam as pulseiras já preparadas e carregadas no sistema cashless caso seja sua vontade. Na Europa, o tempo de entrega é de até 10 dias. Já no Brasil, a entrega leva de 2 a 3 semanas para chegar. Contudo, é preciso pagar 5 euros a mais no valor do ingresso para optar por essa comodidade.

#4 – A moeda do país é a Coroa Tcheca (CZK)

Apesar de o festival ser cashless, você precisará gastar em outros lugares ao chegar e permanecer no país. Portanto, não se esqueça de comprar coroas tchecas, pois na Rep. Tcheca não usam euros. Você pode levar alguma quantia em euros, em todo caso, e trocar depois. No festival também há vários caixas eletrônicos de onde você poderá sacar esta moeda.

#5 – Pode ser sentir rycahhhh!

O Brutal Assault é um dos festivais onde mais se pode sentir-se ryyyycah. Pois tem os menores preços de bebidas e comidas dentre os festivais de metal em que já estivemos. Na verdade, além de ter uma cerveja deliciosa, é sem dúvida uma das mais  baratas: 1.50 euros para 500ml.

A comida quente também é muito barata. Você pode conseguir sanduíches fartos e pratos típicos bem saborosos com preços entre 3 e 5 euros. Pelo menos 3 euros mais bartato do que comidas da maioria dos festivais mais ao norte da Europa.

#6 – Explore a área do festival em detalhes

primeira vez brutal assault

Brutal Assault/Divulgação

O Brutal Assault acontece em um forte medieval. Por isso, tem várias repartições, corredores, calabouços e passagens que abrigam diversos tipos de atração e locais para comer e beber. Por exemplo, quem diria que em um de seus porões teria um lugar onde só se servem chás?

Também há corredores e salões internos onde as bandas geralmente fazem o meet and greet. Além disso, também há várias tabernas onde se pode beber se sentindo em outra época.

Ah, também é imporante mencionar o natural ground do Brutal Assault. Não é cobrado nada a mais para poder frequentar. Trata-se de uma espécie de colina que fica oposta aos dois palcos principais. Quando se está cansadx, é um dos melhores lugares para assistir aos concertos e fugir do mosh.

#7- Fique atentx à previsão do tempo

Já estive em duas edições do BA e ambas foram bem quentes. No entanto, há relatos de que outros anos o festival gelou. Portanto, é importante checar a previsão do tempo antes de escolher o look do dia ( e também para parte da noite).

#8 – Cuidado com os ladrões

Apesar de haver um clima geral de maior segurança em festivais na Europa, a organização do BA sempre ressalta muito esse cuidado com os pertences. Segundo eles, há muitos índices de roubos pequenos, aqueles feitos por uma galera bem mão leve. Para quem acampa em áreas fora do festival, como a floresta, é preciso ter atenção redobrada ao que se deixa na tenda.  Portanto, recomendamos não deixar nada de valor por lá. Lembre-se de que há lockers no festival e também na estação de trem de Jaromer.

#9 – Aproveite para visitar Jaromer

Jaromer é uma cidade encantadora. O forte Josefov e todo seu arredor tem muita história para ser contada. Na verdade, o festival fica em pleno centro turístico da cidade. Sendo assim, aproveite os demais dias para visitar os museus e outras atrações que a cidade oferece.

Pra quem ainda não planejou a viagem, não se esqueça:

Para qualquer viagem, bem como a viagem para o Brutal Assault, você precisa seguir alguns passos:

1. Veja as ofertas de passagem para a República Tcheca e outros destinos.

2. E não se esqueça de fazer o seu seguro viagem, para garantir sua entrada na Europa sem problemas e evitar complicações durante a sua estadia.

3. Ah, caso ainda não conheça a Melhor Câmbio, faça um teste comparando as diversas casas e tarifas em um só lugar.

Gostou deste post? Temos muito mais pra você!

Receba sempre nossas dicas, histórias e novidades sobre viagens para os melhores festivais de música do mundo.

 

Compartilhe este post

Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário no mundo sobre Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Comecei a ir em festivais de metal internacionais em 2009. Desde então, viajar em busca da música, essa outra paixão, tornou-se um projeto profissional que hoje chamamos de Festivalando.

No comments

Add yours

Deixe seu comentário