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Quanto dinheiro levar para o Copenhell e 3 dias em Copenhague

Na hora que falam E-S-C-A-N-D-I-N-Á-V-I-A todas tremem aqui no blog, e a conta bancária até se esconde, finge que não é com ela. Todo mundo que acompanha a gente aqui sabe o quanto é caro passear, visitar, ir em festivais nessa região. Por isso, caso a Dinamarca e o Copenhell estejam em seus planos, melhor estudar muito bem a situação toda. Para te ajudar, fizemos o post de hoje te dando as dicas de quanto dinheiro levar para o Copenhell, e de quebra um passeio de 3 dias em Copenhague.

A gente já tinha feito este post aqui, pra falar quanto custa viajar para o Copenhell. Mas esta é uma estimativa muito geral, a qual inclui gastos a serem feitos antes de viajar, durante e depois da viagem em si. Por isso, fizemos um post diferente  hoje, que tem o intuito de te orientar sobre as quantidades adequadas para se levar de dinheiro em espécie – ou outras formas, como cartão pré-pago e cartões de crédito internacionais. Vamos dar dicas, também, de como você pode organizar a divisão de várias fontes de dinheiro, da melhor forma possível.

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Qual moeda devo levar para a Dinamarca?

A primeira coisa diferente e que te exige atenção é o fato de a Dinamarca não usar o Euro como moeda. Não, não usam, mesmo sendo parte da União Europeia e tudo mais. Por isso, é importante comprar Coroas Dinamarquesas (DKK). É totalmente possível comprar Coroas Dinamarquesas aqui no Brasil, antes de viajar.#coroasdadepressão!

Porém, por ser uma moeda mais rara, com menos uso, suas taxas de conversão não costumam ser tão atrativas assim por aqui. Por isso, recomendo que você compre só um pouco de DKK para viajar, mas faça uma compra maior de Euros, pois, em geral, a Forex, o Dansk Bank e outras agências de câmbio vão utilizar o Euro como moeda de troca, e não o nosso Real. Porém, é possível usar seu cartão internacional, feito aqui, em qualquer caixa eletrônico para sacar as DKK diretamente.

operaen

Ópera de Copenhague.Pe3k / Shutterstock.com

Dicas para organização das suas possibilidades monetárias

Existem dicas gerais e importantíssimas de como você deve organizar seu esquema monetário. É um roteiro básico que deve ser seguido em toda e qualquer viagem, para festival ou não, antes mesmo de fazermos os cálculos exatos de quanto levar para um lugar específico.

1.Planeje-se ara não sobrar nem faltar dinheiro na sua viagem

No caso da Dinamarca, não existe um valor determinado para turistas, sem o qual você não entrará no país. No entanto, pode ser que o serviço de imigração te peça para comprovar que possui quantia suficiente para gastar no período em que ficará no local. Antes disso, no entanto, eles provavelmente vão te pedir para mostrar a passagem de volta e o seguro viagem, obrigatório em todos os países europeus.

Por isso, é importante planejar bem a quantia a ser levada – em dinheiro, limites de cartão de créditos e travel cheque. É necessário encontrar um equilíbrio – caso você faça uma viagem de pouco tempo, não convém levar muita grana, para não levantar suspeitas de que você pretende ficar no país ilegalmente. Caso você vá ficar muito tempo, levar pouco dinheiro é fria, pois vão alegar que você não possui formas de arcar com suas despesas no país.

2.Diversificar as fontes de moeda estrangeira é o mais indicado

carteira com euros

Por Boris Pralovszky via Shutterstock

Dividir a quantia a se levar em espécie, cartão e outro backup é muito importante. Primeiro, porque você nunca sabe o que pode acontecer. Pode ser que perca a grana em espécie, pode ser que algum dos seus cartões pré-pagos não passe em algum lugar – eu, por exemplo, tive problema uma vez com o cartão pré-pago do Banco do Brasil para pagar compras em um supermercado na Holanda.

O Copenhell tem a vantagem de ser um festival bem perto do centro urbano. Assim, por qualquer lugar que você andar, na estação de Christianshavn, por exemplo, antes de pegar o ônibus 666 para o festival, você vai encontrar caixas onde poderá retirar dinheiro. Fora isso, lá dentro do festival, perto da entrada principal, ao lado esquerdo ficam as ATM machine, ou caixas onde se pode sacar coroas dinamarquesas.

Por isso, nem sempre compensa levar muita grana em espécie, sendo que assim ela pode ser facilmente dispersada. Ao ver que vai precisar de mais grana, basta tirar. É claro que ninguém vai ficar tirando grana no caixa eletrônico toda hora, pois isso também tem um custo elevado, das tais taxas de serviço e conversão praticadas pelos bancos.

Como diversificar as fontes de moeda estrangeira?

Quando se está comprando moeda estrangeira para uma viagem, é importante dividir a quantia em várias formas de pagamento, pensando nas vantagens e desvantagens em utilizar cada uma das fontes:

  • Moeda estrangeira parte em espécie, parte em cartão pré-pago:

    O cartão pré-pago pode ser bloqueado em caso de perda ou roubo e o dinheiro eu posso carregar parte comigo de cada vez. Porém, levar dinheiro em espécie será importante para equilibrar os custos do IOF. Paga-se só 1,1% para a quantia em espécie para compensar os 6,38% cobrados para a compra de moeda no cartão pré-pago

  • Cartão de crédito internacional:

    É seu backup para imprevistos não estimados no momento em que você planejou a viagem. Imagina perder um voo, por exemplo, e não ter a grana para remarcar? Um cartão de crédito internacional com bom saldo neste momento vai te salvar.

  • Dinheiro em espécie + Cartão pré-pago + Cartão de crédito internacional:

    É um combo que te garante uma certa tranquilidade e segurança, além de ser um conjunto de provas irrefutáveis para apresentar na imigração caso peçam. Mas é importante tomar algumas precauções: um dia antes de viajar, imprima o saldo do cartão pré-pago e separe o saldo do cartão de crédito para somar às “provas”.

Quanto dinheiro levar para 3 dias de Copenhell e 3 dias de turismo em Copenhague

Sua organização financeira deverá levar em consideração os gastos gastos óbvios, conhecidos e os não conhecidos. Dessa forma, sempre serão incluídos os gastos com alimentação e transporte. Caso tenha um orçamento relativamente folgado, faça também a previsão de gastos com souvenires, acessórios, lembrancinhas e as famosas futilidades.

Não pode ser esquecida, em hipótese alguma, a cota para gastos emergenciais. Muitas coisas podem acontecer e demandar que você movimente muita grana para isso. Às vezes, os imprevistos demandam que tenhamos grana em mãos, inclusive! A seguir, desenhamos uma tabelinha de previsão de gastos, e o quanto você deve levar em dinheiro. Lembrando que, a Dinamarca usa a moeda Coroa Dinamarquesa. Depois de fazer este cálculo em coroas, também vamos falar sobre onde encontrar o melhor câmbio e sobre as taxas de conversão praticadas na Dinamarca.

*cálculo em DKK
Em espécie
Em cartão pré-pago
Em cartão de crédito
Alimentação
1000
1600
Transporte
300
300
Compras de souvenir etc
500
500
Turismo ( museus etc)
600
Imprevistos
1000
1000
Um limite ideal para dar segurança em viagens internacionais é de pelo menos 4mil reais.
*Esta tabelinha é inspirada nas minhas experiências de viagem. Para fazer algo mais compatível com a sua realidade, acesse este link.

Enfim, onde e como comprar moeda estrangeira?

Comprar moeda estrangeira não é algo tão fácil, ainda mais que é preciso ter lugares de confiança e com boas taxas. Por isso, a sua compra deve começar com uma pesquisa ampla das taxas praticadas em casas de câmbio da sua cidade.

Calma! Isso é menos trabalhoso do que você imagina. Não fique com preguiça, pois já existe uma ferramenta para fazer essa ampla pesquisa das melhores taxas de câmbio para você. Clique aqui e confira as melhores taxas de câmbio para o Euro, Dólar, Coroa Dinamarquesa e diversas outras moedas.

Caso você prefira levar tudo em Euros e fazer a conversão para Coroa Dinamarquesa quando chegar ao país, do tempo em que estive lá, o Dansk Bank praticou taxas de conversão melhores do que a Forex. Mas é preciso sempre pesquisar qual dos dois vai compensar mais na época em que você estiver por lá.

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Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer com 2 colegas um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário sobre as Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Foi por paixão também que larguei um emprego público, para me aventurar pelo mundo dos festivais com a Pri.

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