museu de barcos vikings de Roskilde

Let’s play viking #1: Museu de barcos vikings de Roskilde

A semana em que o Roskilde Festival acontece sem dúvidas deve ser dedicada apenas ao festival, que oferece uma quantidade de coisas muito legais a se fazer. Mas, se você planejar direitinho, talvez chegue antes ou prorrogue sua passagem por essa cidade dinamarquesa para conhecer o museu de barcos vikings de Roskilde. Esse é um passeio obrigatório para os adeptos do martelinho de Thor e interessante para quem curte história e também gosta de visitar museus com atividades, digamos, um pouco mais interativas. Os vikings são parte importantíssima da história escandinava,  mais especificamente da Dinamarca, de onde acredita-se que foram originados.

O Museu de barcos vikings de Roskilde possui cinco embarcações originais, que ficam em exposição no hall principal. A história sobre eles é contada em placas, visitas guiadas, e também em um vídeo de 14 minutos, exibido no próprio cinema do museu. Felizmente, tudo com opção em inglês!

museu de barcos vikings de Roskilde

Além da exposição de barcos, o museu também sedia uma exposição permanente de objetos usados pelos bravos nórdicos, incluindo roupas e adereços.

museu de barcos vikings de Roskilde

O museu funciona também como um centro de pesquisas arqueológicas e estaleiro, no qual são construídos as réplicas dos barcos vikings. Dependendo do horário em que você chega, pode até mesmo assistir a um pequeno workshop sobre as ferramentas e técnicas de construção dos tais barcos. Essa, sinceramente, foi a parte mais chata e angustiante da minha visita. Nunca vou construir um barco viking. Gosta? Então aprenda, construa e me chama para passear!

museu de barcos vikings de Roskilde

 

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Navegue em um barco viking à caráter

Durante o verão, há várias atividades do lado de fora, como oficina de arqueria e, talvez a mais esperada: vestir-se à caráter e navegar em um barco viking! A ideia é inspirar os visitantes com o clima da aventura nórdica pelos mares na era viking.

Os preços, contudo, são dignos de uma batalha sangrenta: você pode gastar de 90 coroas dinamarquesas (45 reais) até 10.000 coroas para um grupo de 20 pessoas (5mil reais), dependendo do tipo de barco e aventura na qual você quer se engajar. Já aviso que andar no long ship, aquele bem típico dos filmes, é o mais caro…

E, independente do passeio de barco que você faça, todos itens possíveis de segurança são empregados ao seu corpitcho. Portanto, não pense que você será realmente um super ultra fucking viking, como diriam os amigos suecos do Amon Amarth.

museu de barcos vikings de Roskilde

Passeio de barco na prática

Há o passeio simples, num barco que se assemelha a uma canoa e te transporta apenas pelas imediações do museu. Há passeios em que as pessoas são instruídas e participam de todo o processo de preparação do barco,empurram-no até a água, remam e navegam até o Fiorde de Roskilde. Esse rolêzinho fucking viking dura uma tarde e custa em média 500 coroas dinamarquesas ( 250 reais). Apesar de serem atividades de verão, como aqui o tempo é instável, pode ser que os passeios não aconteçam no dia em que você for ao Museu. Por isso, leia a previsão do tempo antes.

A maioria desses rolês deve ser agendada com antecedência por email ou telefone. Porém, ainda existem os passeios diários, com os barcos mais simples. Mas é preciso ficar atento aos horários também. O último passeio sai às 16h. A lerdeza aqui não prestou atenção nisso e, simplesmente perdeu. Quando cheguei, vi só a galera empurrando o barco para a água, fiquei toda empolgada achando que poderia fazer o mesmo, mas no escritório de ingressos fui avisada que não seria mais possível. Há um calendário on line das atividades que pode ser útil para você programar a sua visita.

Culinária viking

No museu, você também pode ter uma experiência culinária viking. Não tive posses para isso, mas  você pode optar em pagar caro, ir ao restaurante e degustar a “gastronomia viking moderna”, como eles mesmos denominam. Os preços são em torno de 120 a 250 reais a refeição. Aí sim dá vontade de fazer o viking na hora de pagar e sair pilhando o restaurante, não é mesmo?

Você não vai morrer de fome lá, apesar disso. É permitida a entrada com alimentos. Inclusive, eles até disponibilizam mesas de piquenique pra que você possa degustar a comida que trouxe. Os cães também são bem vindos. Mas apenas do lado de fora e não podem brincar de viking no barco com você.

O museu oferece uma boa estrutura para os que precisam de acessibilidade, bem como possui carrinhos para levar as pessoas até os barcos ou no percurso das exposições. Caso esteja indo para o Roskilde Festival, ou voltando dele, também tem jeito de você guardar algumas das suas tralhas em um guarda-volumes. Pelo menos isso é gratuito!

Junto com o festival, esse museu é a menina dos olhos da cidade. Então, não deixe de passar por lá!

Aqui um vídeo da exposição que está rolando por lá agora:

E aqui outro para inspirar seu rolêzinho viking (ignore ou aprenda o idioma, ame ou odeie!):

 

Informações práticas para ir ao Museu de barcos vikings de Roskilde

Abre: de domingo a domingo, das 10h às 16h ( mas é bom dar uma olhada no site para checar os feriados e outras eventualidades)/ 10h às 17h no verão
Custa (no verão): adultos pagam 115 coroas(58 reais), estudantes pagam 100 (50 reais) e criança só alegria, 0 coroas!
Custa (outras estações): adultos pagam 80 coroas (40 reais), estudantes pagam 70 coroas (35 reais) e criança só alegria, 0 coroas!
Onde fica:Vinderboder 12th, DK4000 Roskilde
Transporte: Eu fui a pé, e levei menos de 20 min. Mas sou uma louca andarilha. Você pode pegar o busão 203 na estação de Roskilde, ou pegar um trem regional e até mesmo ir de carro, pois tem muito lugar para estacionar. Para planejar melhor sua viagem por transporte público, você usa esse site aqui.

Mais inforamções: +45 46 300 200 / site

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Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer com 2 colegas um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário sobre as Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Foi por paixão também que larguei um emprego público, para me aventurar pelo mundo dos festivais com a Pri.

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