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#VideoSelfie: Lomba de festival. Como lidar?

Tão certa quanto a expectativa pela divulgação do lineup e o corre-corre pra dar conta de ver 45985934 shows em dois, três dias é a lomba que nos acomete quando um festival termina. Um combo de preguiça, sonolência, fraqueza e moleza como penalidade por a gente querer viver tudo ao mesmo tempo agora em um festival.

Quando a gente viaja, como é o caso meu e da Gra (e às vezes a gente viaja pra bem longe do nosso país), a lomba é mais cruel ainda porque ganha um upgrade com toda a quebradeira que a turistagem acarreta. Eu tive uma lomba homérica quando nós duas estávamos na Europa, em trânsito da Alemanha (Wacken e Resist to Exist) para a República Tcheca (Brutal Assault).

Após quase dois meses e quatro festivais até então, me vi deitada no banco de uma estação de trem em algum lugar de Kutná Hora no trajeto de Praga para Hradec Králové, onde aconteceria o Brutal Assault. Era o primeiro dia de festival e a gente chegaria na hora do começo dos shows. Destruída e des-mai-a-da, arreguei e fiquei enfurnada no quarto do hotel. No dia seguinte, a lomba parecia ainda maior, como se tivesse o tamanho de um búfalo que eu tinha que carregar nas costas.

E o drama maior é justamente esse, amiguinhos: apesar de toda nossa ~expertise~ festivaleira, ainda não achamos um remédio para nos livrarmos da lomba ou preveni-la. A gente sempre sai acabadinha de um festival e, no máximo, temos nossas receitas pra fazer de conta que continuamos inteiraças do alto de todo nosso glamour.

No #VideoSelfie de hoje eu e Gra compartilhamos nossas ~dicas de amiga~ a esse respeito, mas, acima de tudo, estamos em busca de receitas mais potentes para lidar melhor com esse estado físico inerente à atividade festivaleira. Por isso, assiste o vídeo e depois conta pra gente: como você lida com a sua lomba de festival?

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Priscila Brito

Sou jornalista e melômana, não sei se nessa ordem. Coleciono ingressos de shows desde 2001. Agora coleciono pulseiras de festival e carimbos no passaporte. Sou uma das mães do Festivalando e fiz Paul McCartney falar uai no Mineirão. Só porque eu gosto de música. Nas horas vagas, faço coisas sérias e tento salvar o jornalismo.

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