#VIDEOSELFIE: Souvenir de festival

A palavra já diz. Em Francês, souvenir é memória. Muita gente não gosta. Acha chato e geralmente material para juntar poeira. A gente gosta, e gosta pra caramba! Mesmo antes de fazer a empreitada festivaleira virar coisa séria, eu e a Pri já tínhamos nossos impulsos colecionadores de memórias táteis.

Ela, mais especificamente voltada para a música, tem uma coleção de ingressos. Eu também tenho alguns, desde os grandes shows de heavy metal, até os eventos underground do Matriz e os shows promovidos pela Cogumelo. Gosto também de guardar papel de alfajor que ganhei de presente de alguém especial, cartela de anotação de conta de uma taberna em que comi e bebi coisas deliciosas com alguém importante. Guardo bilhete de avião, mapa das cidades que mais gosto, bilhete de trem, e alguns pop cards.

O que para muitos é tralha, para a gente é tesouro. Por isso, desde o jornalzinho do festival, o guia e a pulseirinha até o copo com o nome do evento em que tomamos birita, guardamos!

A maioria dos festivais vende produtos oficiais, como camisas, copos, bonés, óculos, e até calcinha – que no Brutal Assault tinha escrito “brutal ass”… Mas nem sempre é muito barato, o que limita um pouco nossas opções de recordação.

Outros festivais já são extremamente profissionais quando o assunto é lembrancinha. O Wacken, por exemplo, foi eleito por nós como o top festival nesse quesito. O Brutal Assault também está chegando lá. Esse ano fomos presenteadas até com uma coletânea de músicas de artistas que tocaram na edição anterior do festival.

Como escrever apenas não adianta muito, preparamos um vídeo especial para você que, assim como nós, ama souvenirs! Aqui a gente vai mostrar e comentar um pouquinho sobre cada um deles, abrindo alas para as lembranças de um dos verões mais memoráveis que passamos nos festivais do velho continente.

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Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário no mundo sobre Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Comecei a ir em festivais de metal internacionais em 2009. Desde então, viajar em busca da música, essa outra paixão, tornou-se um projeto profissional que hoje chamamos de Festivalando.

5 comments

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  1. Gizely 8 dezembro, 2014 at 12:47 Responder

    Nossinhoraaaaa, como não me identificar…. como vcs guardam essa monte de souvenir? nao tenho taaaanta coisa assim mas o meu ta tudo junto e misturado em uma caixa…

    • Gracielle Fonseca 9 dezembro, 2014 at 08:32 Responder

      hahaha, massa Gizely! A gente guarda com muito carinho, pois são memórias palpáveis de momentos fantásticos, não é mesmo? Eu ainda estou meio triste porque a vontade é de deixar tudo junto com as coisas na minha casa em BH. Tá tudo separado, parte aqui na Dinamarca, parte em BH… então fica esse ar de baguncinha e incompletude =(. Não vejo a hora de colocar todos em um lugar legal, juntinhos, hehe. Um beijo e obrigada pela leitura!

    • Priscila Brito 9 dezembro, 2014 at 09:55 Responder

      Os meus ainda estão dentro de uma sacola junto com todos os outros souvenires involuntários de viagem que eu guardo (ticket de metrô, ingresso de museu, etc). Não consegui achar lugar pra guardar. Só o óculos de Montreux que está junto com os meus outros óculos e já deu uma passeadinha por BH City…

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