#Videoselfie: viajar para festival em 2016

Não é fácil, e não começamos a fazer isso há menos de dois anos, idade do Festivalando. Ir para festivais de música, ou viajar para festival sempre esteve no nosso DNA aventureiro e amante de música ao vivo.A gente veio com todo esse material genético fabuloso, porém, sem material financeiro, sem muito tempo, etc etc etc. Por isso, a gente entende bem o drama. Só não aceitamos que você se acomode, pois nós não nos acomodamos.

Todas as vezes que eu ou a Pri conversamos com alguém sobre essa história de ir para um festival, é bem recorrente que as pessoas enumerem sempre certos obstáculos: a grana, o tempo e falta de compania.Vou te contar um segredo: a gente já esteve cara a cara com esses obstáculos, mas sempre os enfrentamos bravamente.

Lá nos idos de 1999, quando começamos a botar nossas asinhas festivaleiras de fora, a coisa já era cruel. Grana? Nem para ir ali no Pop Rock Brasil, festival que acontecia em Minas Gerais, no estádio Mineirão. Morávamos em BH, sempre fomos duras, de famílias com poucas posses e, por isso, esse obstáculo era bem grande. Mas, a gente deu a volta por cima desse obstáculo. Quer saber como? Acompanhe o #videoselfie de hoje.

Quando a grana rolou, a falta de tempo tomou conta. Claro, nada poderia ser fácil, descomplicao e maravilhoso. E acho que muita gente encara esse problema por aí. Mas, uma coisa você precisa se perguntar: há quanto tempo você está de licença da sua própria vida? Trabalho, afazeres de casa,família, compromissos sociais – tudo isso pode esperar. O que não pode, nem deve esperar, é o seu sonho de viajar para um festival.

Pense mais sobre isso,em um dos relatos que fizemos nesse podcast. É para a gente refletir sobre a inflexibilidade das relações de trabalho, que nos torna escravos sem que a gente consiga perceber.

Um dos pontos menos críticos também impede muita gente de sair por aí festivalndo. É a questão da compania, ou melhor, da falta dela. Muita gente, desde quando criança não faz nada sem ter um amiguinho/amiguinha. É algo que vai da personalidade de cada um, não vamos tentar mudar. Eu também não curto muito fazer algumas coisas sozinha. Mas, confesso que ir desacompanhada a festivais foi uma experiência muito legal, pois me abri de forma que não me abriria para amizades e conversas por aí.  Você vai ver que não precisa se preocupar 😉 . Há 1 milhão de amigos te esperando nos festivais.

Uma das coisas que eu e a Pri constatamos com a experiência do Festivalando é que faz muita diferença estar inserido em comunidades festivaleiras. Curtir festival de música tem unido muitas pessoas em uma espécie de “tribo”, ou até mesmo rede de contatos para troca de informações. A gente aqui no Festivalando tem como prioridade ser essa comunidade. O Festivalando é um local em que você pode se sentir entre amigos para trocar informações, emitir sua opinião, ajudar e ser ajudado por essa rede de leitores que vem se formando e crescendo junto com a gente.

Sempre que precisar, não se esqueça de entrar em contato. Seja pelo site, pelo nosso email, ou pelas redes sociais, ficamos muito felizes em conversar com vocês. Saibam que com a gente vocês podem contar.

Assistam ao vídeo e, se quiserem, nos escrevam com suas dúvidas sobre como a gente foi superando essas questões ao longo da vida. Conte das suas experiências também! Quem sabe há algo mais que pode ser útil para outras pessoas, não é mesmo?

Aqui nesse post reunimos todas as ferramentas para te ajudar a viajar para um festival. Vem!

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Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer com 2 colegas um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário sobre as Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Foi por paixão também que larguei um emprego público, para me aventurar pelo mundo dos festivais com a Pri.

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