#playlist: Dinamarqueses sem frescura

Agora que já tenho a pulseirinha do  “Denmark’s finest metal festival”, vulgo Aalborg Metal Festival , que começou ontem aqui na cidade de Aalborg, até o final da minha passagem por ele poderei contar para vocês se ele é o melhor mesmo ou se é só frase para impressionar em pulseira de festival! Bom…espera… não poderei não, pois precisarei comparar com o outro grande festival dedicado apenas ao metal aqui na Dinamarca, o CopenHell… hummm, então, no ano que vem eu terei que fazer o “sacrifício” de ir ao CopenHell apenas para dizer para vocês quem merece esse título! Vocês ficam me devendo essa, hein?!

Considerando o line up do AMF14, a gente pode esperar coisas boas para os três dias de música pesada. E quando digo pesada, não tenho medo de errar. o Aalborg Metal Festival tem como característica a presença dos artistas mais extremos, como Entombed, Marduk, Hatebreed, Aeon e Cannibal Corpse. Nele também vou assistir ao repeteco de um dos shows extremos mais aclamados pelo público metal que esteve no Roskilde esse ano: The Black Dahlia Murder.

O que mais tem me deixado animada no AMF14 é, além da possibilidade de desvendar o norte da Dinamarca, poder desvendar a performance de vários artistas do metal extremo dinamarquês, dos quais eu não fazia a menor ideia que existiam antes de serem anunciados pelo Aalborg. Inclusive o primeiro dia de festival foi inteiramente nacional, com as bandas dinamarquesas Monkey Okay, Huldre, Blood Label e Illdisposed. Hoje e amanhâ tem mais prata da casa para assistir.

Para você que está curioso com a aposta de artistas do autointitulado “o melhor festival de metal da Dinamarca” para esse ano, tirem suas próprias conclusões com  a nossa playlist que traz o line up do AMF14 todinho para você.

 

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Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário no mundo sobre Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Comecei a ir em festivais de metal internacionais em 2009. Desde então, viajar em busca da música, essa outra paixão, tornou-se um projeto profissional que hoje chamamos de Festivalando.

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