" /> Alguém tá com calor aí? | Festivalando
Hick Duarte/I Hate Flash/Rock in Rio Hick Duarte/I Hate Flash/Rock in Rio

Alguém tá com calor aí?

Olha, não subestime que o Rio é 40 graus, pois é mesmo. Em pleno setembro, o verão já dava sinais de “tô chegando”. Água, água de coco, Gatorade, tudo isso, o tempo todo. Manter-se hidratado em quaisquer shows é importante. No Rock in Rio é vital! Afinal, pulamos, gritamos, mochamos, corremos para ver um show, para ir ao banheiro. E, detalhe, no RiR, mesmo parados suamos em meio à multidão.

Sim, a vontade que dá é de ir de biquíni para a parada, porque é muito quente. Mas, no Brasil, as sensações térmicas, às vezes, são complexas. Ao mesmo tempo em que durante o dia faz um calor do cão, mais tarde vem aquele friozinho básico para te lembrar que não dá para brincar de índio.

Daí a indumentária para o show deve ser bem escolhida. Se você tem peças coringas, daquelas que você acopla ou retira uma manga ou perna quando precisar, ótimo. Se não, prepare um agasalho para a mochilinha, pois ele realmente será útil ao fim dos shows, mesmo sendo no Rio. Já para o show, bermudas e camisetas são sempre bem-vindas. Metaleiragem com calça de couro e sobretudo, pfff, você vai assar se estiver nessa.

Hick Duarte/I Hate Flash/Rock in Rio

Hick Duarte/I Hate Flash/Rock in Rio

Definitivamente, a roupa precisa ser a mais confortável possível.E, por favor, o Ministério do Bom Senso adverte: “use somente a camisa da banda que você realmente gosta”.

Outro ponto positivo do Rock in Rio 2013 foram os bebedouros localizados sempre perto dos banheiros, com água geladinha para refrescar geral. Então, não esqueça também sua garrafinha, vazia, uma vez que a galera barra na porta se você levar algo cheio.

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Ah, eles também jogam fora sua tampinha! (don’t ask me why). Então, esconda-a! Ou leve a garrafa sem tampa como pedem. Só não passe calor e sede, crianças, pois pode ser bem perigoso no Rio. Desidratação é algo sério, não pode brincar!

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Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário no mundo sobre Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Comecei a ir em festivais de metal internacionais em 2009. Desde então, viajar em busca da música, essa outra paixão, tornou-se um projeto profissional que hoje chamamos de Festivalando.

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