rock in rioRaul Aragão / I Hate Flash

5 desafios para fazer no Rock in Rio 2015 #podcast

Como você se comporta em um festival, geralmente? Muita gente eu sei que vai encarnar a persona festivaleira, divertindo-se e zuando sem limites, fazendo novas amizades, vivendo a experiência do festival por completo. Mas o que é essa experiência da qual a gente tanto fala? Na verdade, desde o nosso manifesto festivaleiro de criação do site, deixamos bem claro o quanto é importante estar no lugar do festival não apenas pela música, mas por todas trocas e aventuras possíveis que esses eventos podem nos proporcionar.

Festival é uma ótima oportunidade para sair da rotina, do comum de si mesmo e respirar novos ares. Os grandes festivais, então, parecem criar um ambiente ainda mais favorável para isso – afinal, é como se você estivesse se mudando de país, ou de bairro, entrando em ambientes em que você não conhece nem é conhecido pelas pessoas. Isso para mim soa como um ótimo botão de restart, mesmo que seja um restart reversível.

Eu e a Pri por exemplo, seremos mineiras jogadas no Rio de Janeiro durante os dias de Rock in Rio. Não conhecemos muita gente na cidade,quiçá lá dentro do festival… prato cheio para sair da rotina ou situação para se enrolar sobre si mesmo e virar tatu?? Prato cheio né? vamo lá!

Caso você não tenha muito as caras de se jogar na experiência festivaleira, a gente pensou em algo para dar uma forcinha. Na verdade, a gente também vai entrar nessa para sair dos nossos rituais e costumes festivaleiros. Lançamos 5 pequenos desafios para a gente fazer e ver se vocês também topam e conseguem.

Mais legal ainda seria se vocês conseguissem relatar depois para a gente aqui nos comentários como foi.

São 5 desafios super simples, mas que podem fazer uma grande diferenca na sua experiencia de festival. E aí? topa? Ficou curioso para saber o que é? Vem ouvir com a gente e se preparar!

I dare you!! 😉

Vamos ouvir o podast? Caso ache legal, você também pode sugerir desafios aqui nos comentários =)

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Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer com 2 colegas um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário sobre as Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Foi por paixão também que larguei um emprego público, para me aventurar pelo mundo dos festivais com a Pri.

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