história sweden rockSweden Rock Official Press. Photo: Christian Andersson

Sweden Rock direto do túnel do tempo

Sabe aquela playlist que você ouve e te transporta para algum canto dos anos 80? Essa playlist do Sweden Rock tá assim! O Festival tinha a cara dos anos 80, para falar a verdade, uma vez que investia pesado no hard rock e também na new wave. Claro, sempre tem uma coisa ou outra dos anos 70. Com todo o respeito do mundo, essa é uma das playlist mais “tiazonas” do rock/metal que já ouvi – Totalmente old but gold!

Quem ajuda a gente a entender essa transformação do Sweden Rock ao longo dos anos são bandas clássicas como Wishbone Ash, Nazareth, Quiet Riot, Thin lizzy. Esses representam muito as primeiras fases do festival, quando ele nem se chamava Sweden Rock ainda – em 1992 o festival era chamado Sommarfestivalen, ou “O festival de verão” traduzindo do sueco para português. O evento acontecia na cidade de Olofström.

No ano seguinte, o evento passa a se chamar Karlshamn Rock Festival, e começa a incorporar atrações como Lynyrd Skynyrd, Black Sabbath, Bachman Turner Overdrive, Deep Purple, Status Quo

e outros. Como o festival só cresceu e precisou de mais espaço, em 1998 ele se mudou para Sölvesborg e no ano seguinte também mudou o nome, passando a se chamar finalmente ” Sweden Rock”.

E com essas novidades, uma abertura inevitável acontece. Além do folk, AOR e rock clássico, o glam metal veio com peso. Mötley Crue, Aerosmith e Guns ‘n’ roses marcam presença. Mas também Manowar, Sabaton e bandas como Children of Bodom, Judas Priest e outras mostram que há cada vez mais espaço para as diversas vertentes do metal no evento. Nas edições mais recentes, também rolou Soundgarden, Volbeat, Scorpions… uma carta de artistas bem diversa!

O line up de 2015 também promete resgatar um pouco dessa atmosfera que a nossa playlist de hoje proporciona. Afinal, Slash, Toto, Def Leppard, Opeth e Mötley Crue num mesmo dia mostram bem com quantos paus se faz um Sweden Rock, não é mesmo?

Esperam que curtam essa viagem e se aqueçam para o Sweden Rock junto com a gente!

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Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer com 2 colegas um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário sobre as Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Foi por paixão também que larguei um emprego público, para me aventurar pelo mundo dos festivais com a Pri.

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