onde ficar em santiago lollpalooza chileFotos Priscila Brito

Onde ficar em Santiago durante o Lollapalooza Chile

De tempos em tempos, há quem resolva dar uma “variada” de Lolla e escolha ir para o Chile. Eu fiz isso (mentira. No meu caso a intenção não foi variar e sim ter uma overdose de Lollapalooza porque fui pro Chile AND quinze dias depois estava eu lá em Interlagos também. ALOKA do Lolla). Se você está com planos semelhantes, saiba que achar um lugar onde ficar em Santiago durante o Lollapalooza Chile é uma tarefa tranquila – como o festival tem uma localização SUPER central, no Parque O’Higgins, você vai encontrar muita oferta de hospedagem em lugares bem próximos ao local do Lolla.

Como qualquer metrópole, a oferta de hotéis para variados bolsos é grande. Naturalmente, há uma procura maior nas datas do festival. Mas nada que provoque o esgotamento ou a subida desenfreada de tarifas. Claro que se você fizer as reservas com antecedência vai se beneficiar de preços melhores e uma gama maior de escolhas. Porém, a qualquer momento você vai achar um lugar pra ficar. O segredo mesmo é saber escolher o local onde se hospedar.

Nos arredores da Avenida O’Higgins – Perto de tudo

Acredito que o melhor lugar para ficar em Santiago é nos arredores da avenida Libertador Bernardo O’Higgins. Isso vale você indo para o Lolla ou pelo turismo tradicional. É o que o poderíamos chamar de “coração de Santiago”.

Há uma linha de metrô que passa por toda avenida, com estações em vários pontos, e de lá tem-se fácil acesso a pontos de interesse, como o Cerro Santa Lucia, o Paseo Ahumada, o Palacio de la Moneda e, claro, o Lolla Chile. Da estação Los Heróes, por exemplo, são só mais duas paradas até a estação Parque O’Higgins, onde acontece o festival. Além disso, da estação Los Heróes parte (e chega) um dos vários ônibus que dão acesso ao aeroporto de Santiago.

Os hotéis, hostels e hostals (pousadas) concentram-se nas ruas adjacentes à avenida. Eu fiquei numa pousada fofíssima perto da estação República, mas a propriedade fechou. Porém, há este bed and breakfast e esse hotel aqui bem próximos de lá.

Tem também opções mais chiques, hotéis no estilo butique e intermediários nas proximidades das estações La Moneda, Universidad de Chile e Santa Lucia. Para quem prefere (ou precisa) optar por hostels, há também muitas opções na região, como este aqui numa casa antiga e este e mais este.

Nos arredores do Parque O’Higgins – perto do Lolla Chile

Fotos Priscila Brito

Se você quer ficar perto, mas muuuuito perto do Lolla, a ponto de ir a pé pro festival, vai encontrar lugar pra se hospedar nas ruas próximas ao Parque O’Higgins. Não acho que seja necessário pois, como disse acima, ficando perto da avenida O’Higgins você já vai estar perto de tudo, inclusive do festival.

A maior parte das opções próximas ao parque é de apartamentos mobiliados, como este e este (a propósito, há muitas opções desse tipo em outras regiões da cidade também). Se você prefere um hotel tradicional, tem este aqui.

Providencia – praticamente ainda perto de tudo

O bairro da Providencia começa mais ou menos quando termina a avenida O’Higgins, a leste da cidade. Como é bem servido de estações de metrô, você vai continuar tendo acesso fácil ao Lolla e a pontos turísticos básicos, pois praticamente ainda vai estar num ponto mais central.

As estações Baquedano, Parque Bustamante, Santa Isabel e Salvador são bons pontos de referência. Tem hostels bem simpáticos na área, como este, este e este aqui. Há também hotéis com perfil boutique (este também), executivo e de rede. Tem também esta pousada bem bucólica.

Las Condes – perto das rycahs

Las Condes está ainda mais a leste no contínuo que começa na O’Higgins e segue pela Providencia. É um bairro de classe média alta e classe alta, considerado o point da elite de Santiago. Por consequência, as opções de hospedagem seguem o espírito do lugar e são mais caras. Há uma grande quantidade de hotéis quatro e cinco estrelas.

Se você tem bastante dinheiro para gastar na hospedagem, aproveite esse privilégio. Mas tente ficar num lugar perto das estações Tobalada, El Golf e Alcantara. Mais que isso, você vai começar a se afastar demais do parque O’Higgins (onde rola o Lolla) e de muitos pontos de interesse de Santiago. Uma exceção é o Pueblito Los Dominicos, uma comunidade de artesãos. Mesmo que você não dependa de transporte público e possa pegar táxi/uber sempre que for sair, vai acabar gastando um tempinho a mais pra chegar em todos os lugares se ficar muuuito a leste.

Considerar Las Condes ainda vale porque é uma das regiões da cidade com maior quantidade de hospedagens. Tem este chiquetoso, este e este quatro estrelas e um de rede, por exemplo. Se você se interessar pelo bairro, mas não tiver tanto dinheiro assim, tem esse bed and breakfast, um dos poucos baratinhos da região.

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Priscila Brito

Sou jornalista e melômana, não sei se nessa ordem. Coleciono ingressos de shows desde 2001. Agora coleciono pulseiras de festival e carimbos no passaporte. Sou uma das mães do Festivalando e fiz Paul McCartney falar uai no Mineirão. Só porque eu gosto de música. Nas horas vagas, faço coisas sérias e tento salvar o jornalismo.

4 comments

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  1. Bruno Almeida 3 agosto, 2017 at 23:25 Responder

    Oi Priscila, acabei encontrando seu site no Google. E estou adorando as dicas, todas muito úteis e que ajudam bastante para quem é marinheiro de primeira viagem em alguns festivais.

    Pretendo ir no Lolla do próximo ano no Chile, fiquei com dúvidas em relação aos ingressos.

    Como funciona a compra utilizando o Paypal, podemos parcelar normalmente, ou apenas à vista ?

    E a retirada dos ingressos como funciona ?

    Obrigado por compartilhar tanta informação relevante, excelente trabalho.

    • Priscila Brito 4 agosto, 2017 at 10:13 Responder

      Oi, Bruno! Legal saber que as informações estão ajudando. Na época que eu fui, eu paguei à vista, mas isso foi em 2015. Pode ser que tenham mudado de lá pra cá. De todo modo, no site do festival e da Puntoticket não mencionam nada sobre parcelamento. Sobre a retirada, eu cheguei em Santiago num sábado de manhã, no dia que começava o Lolla, e por isso fiz opção pela retirada na bilheteria, na entrada do festival. Apresentei meu passaporte como documento de identificação.

  2. Joice 20 novembro, 2017 at 15:11 Responder

    Oi, Priscila
    Tudo bem?
    Suas dicas estão ajudando muito na organização da viagem.
    Obrigada!
    No comentário de cima, vi que você falou que apresentou o passaporte para retirar o ingresso.
    E era essa minha grande dúvida.
    Tudo bem carregar o passaporte comigo durante os dias do festival?
    Você sentiu algum risco por lá, como perder, furtos ou coisas assim?
    Beijos

    • Priscila Brito 20 novembro, 2017 at 16:10 Responder

      Oi, Joice! Tudo bem. Que bom que as dicas estão te ajudando. Eu não presenciei nenhuma situação de risco. Mas, por estar carregando o passaporte, também não deixei de ficar atenta o tempo todo à minha bolsa. Enfim, acho que a questão é que não há razão pra ter muita segurança, mas também é importante não relaxar totalmente 😉

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