mochilão na europaFotos: Luciano Calafate

O mochilão na Europa perfeito: 13 países, 2 grandes festivais e 3 mega shows

Sabe aquela viagem que você queria muito fazer? Aquele mochilão na Europa dos seus sonhos? Então, o nosso leitor Luciano Calafate fez. Ele foi a 13 países, dois festivais (Graspop, na Bélgica – onde também estivemos, e Nova Rock, na Áustria) e ainda conseguiu incluir três mega shows no roteiro, cada um em um país: AC/DC (Inglaterra), Coldplay (Holanda) e David Gilmour (Áustria).

Nós conhecemos o Luciano (ou ele nos conheceu hehe) quando ele se organizava para ir. Conversamos via internet mesmo, depois de ele topar com o Festivalando nas pesquisas de preparação que ele fez.

Acompanhamos a viagem e achamos que a experiência foi tão sensacional que ela merecia destaque aqui. Por isso, convidamos o Luciano para uma entrevista. Ele nos conta em detalhes como foi a viagem e dá um monte de dicas que, quem sabe, podem te ajudar ou te inspirar a fazer o tão aguardado mochilão na Europa.

Ah, e se você tem uma história super legal de viagem para um festival escreva pra gente no [email protected] Pode ser aqui no Brasil ou na gringa, pra um monte de festival ou pra um só. Adoramos contar as histórias de vocês aqui 😉

O mochilão na Europa perfeito: 13 países, dois grandes festivais e três mega shows – por Luciano Calafate

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Para quais festivais e países você foi?

Luciano Calafate: Nessa última viajem conheci 13 países no total: Portugal, Irlanda, Inglaterra, Noruega, Áustria, Republica Tcheca, Bélgica, Holanda, Alemanha, Hungria, França, Itália e Turquia. Assisti ao show do ACDC em Londres, do Coldplay em Amsterdã e do David Gilmour em Viena. Fui ao festival Graspop Metal Meeting, na Bélgica e no Nova Rock, na Áustria.

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O que te motivou a viajar especificamente para esses festivais e países?

Eu sempre sonhei em fazer mochilão pela Europa e apesar do preço elevado em euro, a Europa é relativamente pequena e possui diversas culturas e um gigantesco acervo histórico milenar separado por poucas centenas de quilômetros uma da outra. Portanto, separei 45 dias para rodar e conhecer o máximo que pudesse.

Quando comecei a planejar a viagem, descobri que em plena Primavera-Verão é o ponto alto dos festivais e shows na Europa. Então, fui em busca de saber quais, quando e onde teriam os melhores shows e festivais. Foi justamente por esse motivo que descobri o Festivalando e que foi determinante para decidir minha programação e roteiro.

Eu selecionei os festivais baseado nas datas e line-up. Então, percebi que na maioria dos festivais iriam tocar as mesmas bandas que eu gostaria de assistir. Foi um trabalho muito difícil escolher em qual ir, já que a maioria deles aconteceria na mesma época e em lugares distantes um do outro. Mas com tantos festivais foi possível que eu elaborasse um roteiro onde eles não se chocassem. Isso também me deu a oportunidade de escolher os melhores festivais baseado nas resenhas e sugestões do Festivalando.

Infelizmente, tive que sacrificar algumas bandas em prol de outras, pois alguns festivais já estavam sem ingressos à venda ou por choque das datas entre eles. Mas creio que consegui encaixar no meu roteiro 90% das bandas que gostaria de ver.

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Como foi a preparação da sua viagem?

Foi muito importante pesquisar em sites, fóruns e com amigos sobre como realizar um mochilão, pois foi o meu primeiro e iria sozinho. Dentre outras coisas, procurei saber quais documentos eram necessários, como chegar e sair de cada país, qual mochila deveria usar e como organizar o que iria levar nela.

Eu nunca tinha viajado sozinho e a ideia de ir à Europa dessa forma me causava vários receios. Porém, a cada relato de viagem solo bem sucedida que eu lia foi me dando mais coragem de me lançar nessa jornada. Hoje posso também dizer: se você tem receio de viajar sozinho, não deixe isso te vencer e não espere por companhias para poder viajar.

Quando me senti seguro de fazer o mochilão, o primeiro passo foi decidir quais países gostaria de conhecer. Depois pesquisei as melhores datas baseado nos shows que poderia assistir nesses países. Com isso eu pude definir a ordem de quando e em qual país eu iria.

Depois foi o trabalho de pesquisar sobre cada país, qual a língua, a moeda, o meio de transporte, as opções de hospedagens, o que poderia conhecer, fazer e não fazer… Enfim, montei um mini roteiro para cada país e salvei tudo em pastas diferentes no meu email. Isso facilitou muito a viagem. Em cada país que iria bastava eu abrir o email e olhar a respectiva pasta dele que lá já estava o mapa do metrô/ônibus, os bilhetes das passagens, os comprovantes de hospedagem, o mini roteiro com pontos turísticos e etc.

Quais são os pontos positivos e negativos da programação e da experiência dos festivais que você visitou?

NOVA ROCK

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No conceito geral como festival, eu sinceramente gostei mais dele do que do Graspop. Ele tinha uma programação com muita diversidade em estilos musicais, a estrutura era enorme e com várias opções de lazer. O público era mais alternativo e festeiro, a limpeza estava excelente. As lojas e a alimentação/bebidas eram bem diversificadas com “lanchonetes e bares” bem distribuídos e acessíveis através de um tipo de cartão pré-pago que cada pessoa possuía.

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O transporte para chegar ao local do festival era bem facilitado para quem ficou em Viena, que era o meu caso. Eu pegava um trem direto para o festival todos os dias. Mas o local do evento entre dezenas de moinhos de energia eólica era tão bonito que me arrependi de não ter acampado. Tudo funcionou bem certinho, pena que não consegui encontrar mais amigos para curtir junto esse festival.

Como ponto negativo eu destacaria a distância entre os principais palcos, mas os pontos negativos foram tão poucos que eu realmente não me lembro deles.

GRASPOP

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Um dos maiores festivais em termos de bandas e estrutura. Não tem como questionar que a programação dele estava excelente, foi uma das melhores atualmente, principalmente para quem busca um festival com foco no metal. Portanto, ele não pretende ser “bonitinho” e nem mesmo tão atrativo como os demais festivais musicais, até por que seu público quer saber mais das bandas do que do festival em si, rs.

A limpeza do festival estava bem fraca, muitas coisas jogadas no chão. Isso, misturado à lama e serragem, parecia um grande chiqueiro underground. Mas por outro lado,  deixava o festival com cara de Woodstock, rs. Havia bastantes opções de lojas, alimentação/bebidas, porém você comprava os produtos através de “tokens”, que era uma espécie de moeda do evento, mas eram adquiridos de forma bem simples através de maquinas na entrada do festival.

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Não pude testar a logística do meio de transporte para chegar ao local do evento, já que na ocasião dividi o aluguel do carro com mais 2 amigos. Porém sofremos com estacionamento por que estava literalmente atolado na lama devido às constantes chuvas ou porque estava lotado. A cidade onde ocorre o festival é bem pequena e linda. Vale a pena dar uma volta por ela e ver suas casas. Mas não aconselho acampar, pois vi o tanto que meus amigos sofreram com as chuvas e o lamaceiro que se formou no local do evento. Portanto, quem quiser acampar prepare-se bem.

Brasileiros

Uma coisa que gostei muito do Graspop e que faltou no Nova Rock foi a presença de tantos brasileiros. Encontrei com dezenas deles espalhados por lá. Esse Graspop foi muito especial em particular, pois meu irmão também foi. E alguns meses antes do festival conseguimos, através da internet, entrar em contato com mais pessoas que iriam ao festival e assim criamos um grupo no Facebook e Whats App para se relacionar, trocar idéias e ajudar um ao outro.

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Criamos uma irmandade tão boa que esse grupo existe até hoje, mesmo após meses da realização do festival, e que pretendemos manter para futuros festivais. Inclusive, dois amigos que fiz por causa do Graspop acabaram se tornando meus parceiros de viagens em Viena e Budapeste.

O grande vilão do evento foi a chuva. Se não fosse por isso o festival iria se destacar muito mais do que é. Mas cabe aos organizadores resolverem esse problema já que é tão recorrente.

Obs.: Em ambos festivais eu não fiquei na área do camping, portanto, infelizmente não poderei opinar melhor sobre essa área.

Quais dicas você daria para quem quer ir nesses festivais?

Independente de qual festival você decidir ir, é necessário pesquisar bastante sobre a região dele, como será o clima na data, como é o local do evento, como chegar/sair de lá, se vale a pena acampar ou se hospedar próximo dele, qual a média de gastos que terá… E tente encontrar o máximo de pessoas que vão ao mesmo festival que você, pois curtir um festival com mais pessoas, além de possibilitar novas amizades, te fará se sentir mais seguro e a curtição será multiplicada.

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Como foi a parte turística da viagem? Quais lugares você visitou e o que conheceu?

Foi sensacional. Conheci lugares famosos, mas também lugares que nunca tinha ouvido falar. Surpreendi-me com cidades quem não espera ver tanta beleza e riqueza cultural. Uma coisa em comum em todos os lugares era a segurança, a cordialidade com que fui recebido, a facilidade em chegar aos pontos turísticos e a locomoção dentro das cidades e entre os países.

Eu ficava entre 3 e 5 dias em cada país. Parece pouco, mas se você andar 3-5 dias seguidos durante várias horas por dia, mesmo parando para tirar centenas de fotos e descansar em alguns momentos, dará para conhecer muita coisa interessante e curtir bastante cada cidade. Eu fazia questão de conhecer a parte histórica de todas as cidades que visitei, me encantava com a arquitetura, sentava nos parques e praças, curtia a música e a culinária local, observava os costumes do pessoal e etc.

Irei citar alguns dos pontos das cidades que conheci e que recomendo vocês visitarem e quem sabe poderá até ajudar na hora de montar seu roteiro em cada país. Mas não irei citar todos os museus, bibliotecas, teatros, igrejas, cemitérios, parques e demais atrações e ponto turísticos, pois existem dezenas deles em todas as cidades.

Dica: no Google digite “pontos de interesse” + a cidade que gostaria de pesquisar.

Portugal

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Passei somente um dia em Lisboa. Depois fui para o interior visitar alguns familiares. Mas deu pra conhecer: a Torre de Belém, o Mosteiro dos Jerônimo, a Baixa de Lisboa, o Rossio, a Praça do Comércio, o Monumento aos Descobrimentos…

Irlanda

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Em Dublin explorei o legado celta e viking nos museus e castelos, como o Castelo de Dublin, de Malahide e de Ashtown, conheci a fábrica da cerveja Guinness e a destilaria do Old Jameson. Conheci também diversos Pubs como o famoso Temple Bar e o mais antigo Brazen Head; o Kilmainham; o Phoenix Park e St Stephen’s Green. Também a Catedral de St Patrick, St. Michan’s e da Santíssima Trindade, e o Spire of Dublin.

Inglaterra

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Em Londres conheci o relógio Big Ben, a gigantesca roda gigante London Eye, os Palácios de Buckingham e de Westminster e sua Abadia, a ponte Tower Bridge, o Hyde Park, o Museu de cera da Madame Tussauds, o Observatório e a linha de Greenwich, a Piccadilly Circus, e o alternativo bairro Camden Town.

Noruega

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Em Oslo passeei pelos Fiordes, a Catedral de Nidaros, a Fortaleza de Akershus, o Palácio Real de Oslo, a Catedral de Oslo, a Igreja da Santíssima Trindade, o Centro Nobel da Paz, o Oslo City Hall, a Ópera de Oslo, explorei durante horas os museus Vikings e de história-cultura nórdica.

Áustria

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Em Viena visitei o Palácio de Schönbrunn, o Palácio Imperial de Hofburg, a Catedral de Santo Estêvão, o Palácio Belvedere, a Ópera de Viena, a Praça Stephansplatz, a Igreja de St. Karlskirche, o Parlamento austríaco, a Praça Maria-Theresien.

Hungria

Em Budapeste estive apenas por um dia, foi um bate e volta de Viena, mas deu pra fazer uma city tour e um passeio de barco pelo rio Danúbio. Assim vi o Castelo de Buda, a Ponte Széchenyi Lánchíd, a Ponte Szabadság, a Praça dos Heróis, o Parlamento de Budapeste, a Matthias Church e a Ópera Húngara.

Republica Tcheca

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Em Praga andei bastante e pude ver a Catedral de São Vito, o Orloj que é um relógio astronômico medieval, a Ponte Carlos, a Praça da Cidade Velha, a Casa Municipal, a Praça Wencesla, a Igreja Nossa Senhora de Týn, a Ópera de Praga, a Casa Dançante, o Castelo de Karlstein, a Torre de Televisão Žižkov, o Castelo de Praga e etc.

Bélgica

Eu passei uma tarde em Bruxelas e os demais dias em Antuérpia (por causa do Graspop). Em Bruxelas pude visitar Grand-Place e seus arredores. Em Antuérpia passei uma tarde conhecendo a cidade e visitei a Catedral de Nossa Senhora, a Estação Central, a Câmara Municipal e o Museu Real de Belas Artes.

Holanda

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Em Amsterdã percorria o centro da cidade margeando os seus incontáveis canais, visitei o Rijksmuseum, o museu do Van Gogh e o da cerveja Heineken, a Casa de Anne Frank, a Praça Dam, diversas igrejas, o Palácio Real, os parques Vondelpark e Oosterpark e, claro, os famosos coffee shops e o distrito Red Light.

Alemanha

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Em Berlim andei muito a pé e de ônibus público da linha nº 100. Ela percorre quase todos os pontos principais de Berlim e só paguei 1 bilhete diário, então eu podia descer e subir em todas as paradas. Visitei o Portão de Brandemburgo, Palácio de Reichstag, a Ilha dos Museus, onde tem 5 museus, e a Catedral de Berlim, Checkpoint Charlie que separava leste e oeste de Berlim durante a Guerra Fria, o Memorial do Holocausto, o local onde Hitler foi encontrado morto, a praça Potsdamer e Alexander, a coluna Siegessäule, o Palácio de Bellevue, a ópera Konzerthaus. Visitei a cidade vizinha chamada Potsdam, parques e o Palácio Sanssouci… Fui à cidade de Oranienburg conhecer o Campo de concentração nazista de Sachsenhausen.

França

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Em Paris praticamente choveu todos os dias que estive por lá. Isso atrapalhou bastante nos momentos de andar e conhecer a cidade. Mas deu para ver alguns lugares importantes como: a Torre Eiffel, a Catedral de Notre-Dame, o Arco do Triunfo, o Museu do Louvre, a Champs-Élysées, o de Palácio de Luxemburgo, a Ópera Garnier, e a Praça da Concórdia… Também passei um dia inteiro na Disneyland de Paris.

Itália

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Em Roma estava queimando de calor, mas pelo menos não choveu e permitiu andar o tanto que conseguia diariamente. Como praticamente todos os pontos de interesse se encontram próximos um do outro, dava para conhecer tudo a pé. Algumas vezes até retornava no mesmo ponto para vê-lo diferente (de dia ou de noite). Visitei o Coliseu, o Panteão, o Fórum Romano, a Fonte de Trevi, Espanha, o Palatino, o Capitólio, Castelo de Santo Ângelo, o Monumento a Vítor Emanuel, as praças Navona, Venezia, Spagna e del Popolo. Pude passar uma tarde no Vaticano, mas infelizmente achei pouco tempo. Se pudesse ficaria muito mais, pois tem vários museus e muita coisa interessante pra se ver.

Turquia

Foi um extra da viagem, pois minha conexão me obrigava a ficar 23 horas em Istambul. Essas 23 horas foram muito bem aproveitadas. Pude conhecer a Basílica de Santa Sofia, o Palácio de Topkapı, o Grande Bazar, a Torre de Gálata, a Ponte do Bósforom (que liga Ocidente a Oriente), as mesquitas Azul, Yeni e Süleymaniye.

Veja aqui nossas dicas pra você fazer um mochilão de festivais 😉

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4 comments

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  1. Renan 26 outubro, 2016 at 00:09 Responder

    Uma dúvida que eu sempre tive vontade de tirar, mesmo sendo uma pergunta idiota. Quando você passa tipo 30 dias ou mais na Europa conhecendo, digamos, uns 12 a 15 países nesse intervalo, existe algumas lavanderias específicas em que se dê para lavar roupa e secar num mesmo dia? Digo isso porque você não vai levar uma tonelada de roupas para usar durante uma viagem e, mesmo assim, a estadia em cada país deve durar de 3 a 5 dias. E também não dá para ficar com uma mesma roupa por vários dias, até pela questão de higiene. Se tiver realmente lavanderias específicas de acordo com que falei, já tira minha dúvida e me deixa mais aliviado na hora de você se planejar para viajar por um mês ou mais e a saber o quanto de roupa você vai levar para passar todo esse tempo.

    • Priscila Brito 26 outubro, 2016 at 11:00 Responder

      Ei, Renan. A pergunta não é idiota não. O mais prático nesse caso é você procurar por hospedagens que disponibilizem lavanderias com máquinas de lavar e secar. Desde os hostels mais baratos até os hotéis mais luxuosos oferecem esse tipo de serviço. É claro que não são todos, mas basta atentar pra esse detalhe quando for fazer sua reserva. Se for optar pelo Airbnb ou coushsurfing, é só checar também com seu anfitrião se você poderá utilizar as instalações para lavar e secar roupa. Em último caso você pode procurar por aquelas lavanderias de rua tipo self-service, que você mesmo chega lá e lava suas roupas, mas acho o mais trabalhoso de todos, porque nem todo lugar tem isso e você ainda teria o trabalho de procurar um lugar desses, perambular na rua, etc.

  2. Lívia F. 1 novembro, 2016 at 22:59 Responder

    Achei a matéria excelente! Sonho com uma viagem dessas… Só senti falta de uma parte com estimativa dos gastos, seria muito muito muito útil! 🙂
    Luciano, se você puder dar uma ideia de quanto saiu no total, te agradeço.
    Beijos

    • Priscila Brito 3 novembro, 2016 at 09:06 Responder

      Ei, Lívia! A gente tem as estimativas de custo de viagem para alguns festivais gringos, inclusive o Graspop, aqui: http://festivalando.com.br/?s=quanto+custa Sei que não é a mesma coisa que fazer as estimativas de custo de um mochilão como este do Luciano, pois os cálculos dos outros posts são para ir a um festival apenas. Mas talvez te ajude a ter alguma noção do quanto gastar com hospedagem, alimentação, etc 😉

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