Festivais que deixaram saudade

Nesta véspera do feriado de finados, todxs estão aí chorando suas ausências, não é? Guardadas as devidas proporções, também choramos  ausências por aqui: hoje falamos dos festivais que deixaram saudade.

Saudade, palavra triste…

É muito triste sentir saudades, convenhamos. Ainda mais quando você viveu momentos tão bonitos em um festival. Enquanto lá na Europa o pessoal fica feliz da vida, com festivais que estão aí em um casamento com seus públicos de até 30 anos, a gente sofre sem saber a certeza do amanhã.

Tantos festivais chegam, enchem nossas vidas de alegria e logo desaparecem! A cada dia cresce a lista dos festivais que deixaram saudade no BR #chatiadas.

Não sei como vocês se portam, mas a gente é assim: ou entregamos nossas vidas para viver nosso momento em um festival, sem ter a certeza de que existirão amanhã, ou ficamos indiferentes, fazemos a egípcia para evitar muitas decepções posteriores.

Os festivais que deixaram saudade

Eu e a Pri batemos um papo no #videoselfie de hoje para falar dos festivais que deixaram saudade na vida de cada uma de nós. É uma lista com alguns deles,principalmente os mais marcantes. Não entedemos até hoje porque partiram e nos deixaram assim, de repente.

O caso dos festivais que deixaram saudade é tão sério aqui no Festivalando que já tínhamos feito até um podcast. No podcast, a gente resolveu bater uma bola com algumas bandas. Perguntamos quais festivais deixaram saudades neles e também procuramos saber a opinião da galera sobre essa inconstância de alguns festivais no Brasil.

Enfim, por que eles acabam e não voltam mais?

Não temos as respostas para todos os casos de ‘falecimento’ de festival. Infelizmente, é comum o fato de nosso país não ser um lugar tão estável assim para investimentos de grande porte no campo cultural. Por exemplo, depois de terem rolado algumas edições de Tomorrowland por aqui, chega 2017 e anunciam que Tomorrwland Br tá de altas! Motivo? Maré não tá pra peixe no país. Será que ele vai entrar para a lista de ‘finados’?

Outra informação curiosa que percebemos em nossa ‘investigação’ estilo CSI, foi que os festivais de metal são a maioria das vítimas de ~falecimento festivaleiro~. Será que falta ter mais festival com ‘alma’, como o dono do Wacken diz que tem que ser, ou é o público que anda vacilando?

Vem chorar de saudade com a gente

Vem fazer companhia pra nós no YouTube, assista ao #videoselfie e bora  chorar essa saudade! Conta aí, qual festival ‘falecido’ deixou aquela saudade irreparável no seu coração?

Agora, se você quer ler mais ou escutar podcasts, quer dar uma sacada nas entrevistas que fizemos sobre os festivais que deixaram saudade e os problemas dos festivais brasieliros, corre aqui neste post para se deliciar.

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Gracielle Fonseca

Não faço nada na vida sem paixão. Tanto que, pra me formar em Jornalismo, tive que fazer com 2 colegas um TCC sobre metal, o Ruído das Minas: a origem do heavy metal em BH. Também decidi que faria o primeiro documentário sobre as Mulheres no Metal, o Women in Metal, e fiz. Foi por paixão também que larguei um emprego público, para me aventurar pelo mundo dos festivais com a Pri.

2 comments

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  1. Renan 1 novembro, 2017 at 01:18 Responder

    Vocês falaram em Sonic Youth, e em 2005 eu já tava trabalhando e perdi a chance de ir no show deles, que foi no Claro que é rock!, que teve Iggy Pop & The Stooges, NIN e The Flaming Lips. Me arrependo até hoje de ter perdido este festival. Planeta Terra e Tim Festival fazem muita falta, pois aquelas bandas que a gente sequer imaginava, eles traziam. E por fim, o Monsters of Rock, que influenciou muita gente a gostar de hard rock e metal. E agora, já profetizando, o Maximus, que infelizmente eu acho que vai levar o mesmo fim de outros festivais antigos. Eu só sei de uma coisa: o tempo passa muito rápido, pois parece que isso tudo aconteceu ontem.

    • Gracielle Fonseca 8 novembro, 2017 at 21:12 Responder

      Ei Renan! Pois é, o Philips Monsters Of Rock foi foda, eu também lembro de ter babado nele, mas nunca pude ir… Mas parece que, apesar da intermitência, o MOR ainda não disse um adeus definitivo. Agora é ver se ele volta em algum momento, rsrs. O Máximus, pois é… ainda nada sobre 2018. É uma pena! Agora,q o tempo tá voando, isso tá, hauahaua. Parecia ontem tb que eu tava berrando ” I can’t get no” no terreiro da minha casa,qdo tinha era piquitita, hauahaua. bjs proc!

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